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Carille ouve amigo e revela novo objetivo: fazer sucesso na Europa

  • Por Jovem Pan
  • 29/08/2017 14h33
Johnny Drum/Jovem PanO técnico Fábio Carille, do Corinthians, participou do Esporte em Discussão desta terça-feira, na Radio Jovem Pan

O sucesso precoce no futebol brasileiro e a repercussão do bom trabalho fora do País acenderam uma chama em Fábio Carille. Em participação exclusiva no Esporte em Discussão desta terça-feira, na Rádio Jovem Pan, o técnico do Corinthians revelou que uma conversa com um amigo o deixou com “uma coisa na cabeça”… Ele, agora, tem como um dos objetivos de vida fazer sucesso na Europa.

“As coisas estão acontecendo muito rápido na minha vida. Vou dar uma entrevista agora para um jornal italiano, falei um dia desses com o maior jornal da Inglaterra, também dei entrevista para um jornal português… Um amigo um dia desses me falou: ‘quem sabe você não faz sucesso na Europa’. Então, agora, eu estou com isso na cabeça. Trabalhando quietinho, quem sabe? Eu ou alguém da minha geração… Ninguém, até agora, chegou lá e se firmou com um técnico de ponta da Europa. Quem sabe não seja eu ou alguém da minha geração?”, questionou Carille.

O torcedor corintiano, no entanto, não precisa se preocupar com a declaração de Carille. O técnico, que tem contrato com o clube até dezembro, deve acertar a renovação nos próximos meses. Nesta terça, ele voltou a dizer que pretende fazer um trabalho longo, de alguns anos, no Corinthians. Até a Inglaterra foi usada como exemplo.

“Eu quero mudar isso das diretorias dos clubes brasileiros, de mudar de técnico toda hora. Eu quero ficar muito tempo no Corinthians, porque eu acho que a gente precisa ser assim. Você vê na Inglaterra os caras ficarem 20, 30 anos… O Brasil precisa mudar. Se quer qualificar, é só contratar bons profissionais, dar tempo para o cara e acreditar nele até o fim”.

Carille também negou ter a intenção de trabalhar em mercados alternativos, como China e Emirados Árabes Unidos. “Há um tempo, eu pensava em fazer a minha vida financeira antes… Hoje, não penso mais assim. Penso que vou ter oportunidades em equipes de ponta por mais alguns anos. Hoje, eu sou um pouquinho Muricy. Não vou para um lugar que não seja tão competitivo”.