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Espanha, Itália, Turquia e Brasília: relembre a carreira de Cicinho, novo reforço do Brasiliense

  • Por Jovem Pan
  • 13/09/2017 18h12
Montagem/ReproduçãoDepois do São Paulo, Cicinho passou por Real Madrid, Roma e até pelo futebol turco

Um dos jogadores mais queridos pelo torcedor tricolor na década passada, o lateral Cicinho assinou na última terça-feira (12) com o Brasiliense e disputará a Série D do Brasileirão em 2018.

Hoje com 37 anos, Cicinho já passou por diversos times e países até desembarcar no futebol do Distrito Federal. Importante personagem da campanha que levou o São Paulo até os títulos da Libertadores e do Mundial em 2005, o lateral já jogou na Espanha, Itália e, mais recentemente, na Turquia.

Formado na base do Botafogo-SP, Cicinho jogou profissionalmente pelo Atlético e pelo Botafogo-RJ até chegar ao São Paulo, em 2004, onde atuou em 126 partidas e deixou 21 gols marcados. O bom desempenho no Tricolor logo o credenciou para a Seleção, onde foi campeão da Copa das Confederações e convocado para a Copa do Mundo, e chamou a atenção do Real Madrid, que o contratou em 2006.

Porém, nem tudo foram flores durante sua passagem pela Espanha. O lateral teve poucas chances no time liderado por Zidane e Ronaldo, e ainda sofreu com lesões e com o alcoolismo: “não conhecia beber só um copo de cerveja. Ou bebia até cair ou não bebia”, revelou Cicinho em entrevista recente ao canal Fox Sports. Livre da bebida, Cicinho cuida agora de um projeto de reabilitação de dependentes químicos no interior de Goiás.

Sua passagem pela Espanha durou apenas um ano, quando foi transferido para a Roma, onde também enfrentou dificuldades. Nos cinco anos em que foi contratado pelo time italiano, Cicinho foi emprestado duas vezes, uma para o Villarreal e outra para o São Paulo, para a disputa da Libertadores de 2010, onde também não correspondeu.

Em 2012, Cicinho voltou ao futebol brasileiro, desta vez para o Sport. Porém, o time caiu para a Série B e ele ainda irritou a torcida da Ilha do Retiro ao afirmar que o rebaixamento foi “vontade de Deus”. Apesar de ter prometido que disputaria a Segundona, Cicinho trocou o Sport pelo Sivasspor, time turco que tinha Roberto Carlos como técnico.

Motivado pela presença de Lugano no elenco, Cicinho ainda tentou uma terceira passagem pelo São Paulo no ano passado, mas teve a contratação barrada pelo técnico Bauza, conforme revelou à Jovem Pan: “diretoria se interessou pelas condições, mas não era a preferência do treinador Bauza, que estava empenhando na contratação de atacantes”.