A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) respondeu através de uma nota oficial as críticas feitas ao ranking de atletas para a temporada 2017/18 da Superliga Feminina. As principais jogadoras do País questionaram a entidade sobre a manutenção do limite de atletas de nove pontos por equipe, o que no entender delas é um pretexto para se criar equilíbrio “artificial” na competição.

A CBV, por sua vez, diz que a decisão de manter o ranking na competição feminina foi feita através de votação, realizada no último dia 14 na cidade de São Paulo. “A entidade não toma decisões unilaterais. A Superliga é uma competição gerenciada pela CBV, mas os clubes e atletas são os protagonistas. Por isso, ficou a critério deles esta decisão”, afirmou a entidade em nota.

Confira a nota oficial da CBV:

A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) tem como prática dividir decisões com seus principais parceiros e isso se repetiu, na última terça-feira (14.03), em reunião realizada em São Paulo (SP), com clubes e representante da Comissão de Atletas com objetivo de definir parâmetros e traçar estratégias para a Superliga masculina e feminina 2017/2018. Na ocasião, foi decidido pela manutenção do ranking na competição feminina com sete dos nove votos a favor, demonstrando que a entidade não toma decisões unilaterais.

A Superliga é uma competição gerenciada pela CBV, mas os clubes e atletas são os protagonistas. Por isso, ficou a critério deles esta decisão, assim como o sistema de disputa da edição 16/17, que determinou séries melhor de três jogos nos playoffs do feminino, e de cinco no masculino. O ranking foi implantado na temporada 92/93, com o objetivo de gerar equilíbrio entre os times e, de forma democrática, vem sendo mantido por escolha dos clubes participantes.