Ao vivo Confira a programação da JP Ouça os gols da rodada Som - Memória do Rádio Envie sugestões para a JP
Dom, 7 de Setembro de 2008 - Brasil Indique a JP para um amigo Adicione aos favoritos
» Destaques » Jovem Pan a favor do adolescente, contra as drogas
Fale com a
11 3285-2275
Ouça a Jovem Pan
Jovem Pan Online
Notícias
Últimas Notícias
Entrevistas
De Olho no Congresso
Esportes
Notícias
Especiais
A JP transmite
Futebol Jovem Pan
Mundo da Bola
Fórmula 1
Gol Net
Economia
Mercado Agora
País dos Impostos
Dia-a-Dia do Consumidor
Opinião JP
Comentaristas
Consultores
Linha de Frente JP
Destaques
Campanha JP pela vida, contra as drogas
A família é o berço de tudo
Conexão JP - ONU
Educação
Confronto
Memória do Rádio
Vestibular
Língua Portuguesa
Planeta Jovem Pan
Blogs
Anchieta Filho
Animais e Cia
Centenário da Imigração Japonesa
Dentro e Fora das Pistas
Dia a Dia do Consumidor
Endorfina
Esportes Radikais
Fernando Sampaio
Memória JP
Mundo
Olímpicas
Parabólica JP
Pedaladas
Planeta JP
Poeta
Política
Por Dentro das Séries
Quartarollo
Sentença
Meio Ambiente
Trânsito e Estradas
Interatividade
Email JP
Serviços
Obtenção de passaporte
Trânsito e Estradas
Loterias
Cultura
Entrevistas
Rádio e TV
Sobre a Jovem Pan
Programação
Como anunciar
Afiliadas AM
Afiliadas FM
Telefones
Ouça os profissionais JP
Jovem Pan FM


Especialistas alertam para os riscos das bebidas alcóolicas no Carnaval. A cerveja está entre as bebidas mais consumidas por adolescentes nos quatro dias de folia. A Jovem Pan tem enfatizado que a venda de bebida alcóolica para menor de 18 anos é proibida por lei federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente. A campanha tem mostrado também que a cerveja abre as portas para o uso de outras drogas, como a maconha. Quem fala sobre o assunto é o psicoterapeuta Paulo Campos Dias, da Clínica Reviva, e da campanha "Jovem Pan Pela Vida Contra as Drogas". A psiquiatra Lucinda do Rosário Trigo, diretora da Clínica Conviver, e participante da campanha, também faz seu alerta. Ouça ainda o depoimento de um jovem que começou na cerveja aos 11 anos e logo depois foi para a maconha, cocaína e ecstasy.



Finalmente, os organizadores de shows para jovens no caso do ‘Verão Total no Guarujá’, promovido pela cervejaria Skol, fizeram cumprir a lei no que diz respeito à venda de bebidas alcoólicas para menores de idade. Neste final de semana, o MP proibiu a entrada de menores de 16 anos no show do Ásia de Águia e os menores entre 16 e 18 anos só entraram em companhia dos pais. A lei existe para ser cumprida e deverá ser cumprida sempre, especialmente quando em favor da juventude. Esse é o compromisso da Jovem Pan.



Menores de até 16 anos estão proibidos de assistirem ao show da banda Asa de Águia, neste sábado, no Guarujá. Segundo Osmair Chamma Júnior, promotor da Vara da Infância e Juventude, a medida é conseqüência da venda de bebida para menores durante o show, onde jovens entre 16 e 18 anos só poderão entrar acompanhados dos pais.



Show da Skol no Guarujá, litoral de São Paulo, vira caso de polícia e da Vara da Infância e Juventude. O Conselho Tutelar denunciou em boletim de ocorrência que flagrou na madrugada de domingo adolescentes embriagados durante apresentações de grupos de axé. Ouça todos os detalhes.



Cerveja & Cia Folia - show com Ivete Sangalo foi território livre para adolescentes beberem cerveja e vodca neste fim de semana no Guarujá, litoral de São Paulo. A apresentação reuniu 20 mil jovens. Ouça.



Estudo norte-americano revela que aumento nos preços das bebidas alcoólicas não inibe o consumo. Os consumidores tendem a reagir comprando marcas de bebidas mais baratas. O estudo do Centro de Pesquisa de Prevenção dos Estados Unidos afirma que é também preciso atingir as marcas inferiores. A pesquisa foi feita com os dados sobre consumo de bebidas alcoólicas na Suécia entre 1984 e 1994. Descobriu-se que, quando os preços foram aumentados 10%, o consumo caiu 1,7%, mas, quando o aumento atingiu especialmente as bebidas mais baratas, as vendas caíram 4,2%. Esse tipo de notícia não tem muito sentido no Brasil - serve talvez como curiosidade. No Brasil, os preços até diminuem e os apelos da publicidade são cada vez mais envolventes. Por exemplo: a publicidade diz que beber cerveja chega até a dar status. A propaganda que atinge especialmente os adolescentes sugere um mundo de beleza e de maravilha. Até mesmo as conquistas amorosas fazem parte do universo dos que bebem cerveja. A publicidade brasileira da cerveja tem como público-alvo especialmente o jovem. Primeiro, um copo de cerveja e pode estar aberto o caminho degradante das drogas. Esse tipo de publicidade que prejudica a vida só mudará quando o país for de fato civilizado - antes, não.



Propagandas de cerveja, vodca e outras bebidas estão na mira da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Há 49 dias, a Anvisa mantém em seu site (www.anvisa.gov.br) uma consulta pública sobre esse tipo de publicidade. O objetivo é criar uma resolução para regulamentar e fiscalizar toda a propaganda de bebida alcoólica. Ouça mais.



Adultos e jovens bebem mais por influência da propaganda. E o consumo de bebidas alcoólicas proposto pela publicidade atinge especialmente os adolescentes. É o que revela estudo sobre o assunto divulgado nos Estados Unidos. A pesquisa foi realizada nas festas de fim de ano, levando-se em conta que nessa época o consumo de bebidas alcoólicas aumenta. Foram ouvidos quase 2 mil jovens, entre 15 e 26 anos, escolhidos casualmente. O estudo revelou que, para cada propaganda de bebida alcoólica vista por mês, houve um aumento de consumo de 1%. O resultado da pesquisa desmente os argumentos da indústria de bebidas. É o que afirma o pesquisador Leslie Snyder, da University of Connecticut, que conduziu o estudo. As empresas dizem que apenas os adultos que costumam beber são afetados pela propaganda de bebidas alcoólicas. Verificou-se que, para cada dólar por pessoa investido em propaganda, houve um aumento de 3% de consumo. Isso ocorreu especialmente entre os jovens, que se deixam seduzir por uma propaganda onde tudo é lindo e maravilhoso. Na medida em que se aumentou o investimento mensal na publicidade, o consumo alcançou marcas impressionantes: para cada US$ 10 investidos em publicidade de bebidas alcóolicas, o consumo chegou a 50 drinques por mês entre os jovens. A pesquisa da University of Connecticut considerou a publicidade feita em televisão, rádio, revistas e cartazes. O pesquisador Leslie Snyder observa que o resultado do estudo contradiz completamente as afirmações da indústria de bebidas. Os fabricantes asseguram que a publicidade de bebidas alcoólicas atinge somente os adultos com mais de 21 anos. A Jovem Pan vem já há algum tempo alertando as autoridades sobre o abuso dessa publicidade de bebidas alcoólicas. O consumo de álcool entre os adolescentes chegou a uma marca assustadora. Tornou-se comum ver adolescentes de 13, 14, 15 anos totalmente embriagados caídos no chão em shows musicais. A maior publicidade é feita especialmente pelos fabricantes de cerveja, que parecem ter no adolescente seu alvo principal. E o adolescente entra na cerveja, muitas vezes o primeiro passo para uma trajetória sem volta de um mergulho profundo nas drogas.



A sociedade pode - se quiser - dar novos rumos à propaganda de bebidas alcoólicas nos veículos de comunicação. Do jeito que está, não pode mais continuar. No caso da cerveja, por exemplo, beber significa ter sucesso na vida, ser bonito, ter o mundo aos seus pés. O apelo publicitário em relação às bebidas alcoólicas muitas vezes chega a ser uma agressão. Agora, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária abriu uma consulta pública sobre o assunto. A Anvisa pretende ouvir os mais variados setores da sociedade sobre as restrições da propaganda de bebidas alcoólicas. “Esta é a oportunidade que o cidadão tem de contribuir antes da edição definitiva de uma norma”, afirma o presidente da Anvisa, Franklin Rubstein, lembrando que todas as resoluções do órgão são estabelecidas após consulta. Rubstein adianta que todos os setores da sociedade poderão dar suas sugestões. Isso pode ser feito na página da Anvisa: www.anvisa.gov.br. A Rádio Jovem Pan vem debatendo esse assunto em sua programação há muito tempo. A JP entende que a questão da bebida alcoólica, especialmente para adolescentes, é prioritária. Trata-se de um tema que tem de ser discutido à exaustão porque chegou a um verdadeiro acinte. A publicidade de bebidas alcoólicas - sobretudo cerveja - tem principalmente o jovem como público alvo. E diz subliminarmente que, para ser jovem, até esbelto de verdade, tem de beber, principalmente, cerveja. Por esse motivo, é comum deparar-se com adolescentes de 13, 14, 15 anos embriagados em shows de música. Será sempre necessário dizer que, atrás do primeiro copo de cerveja, pode estar o início do caminho degradante e sem volta das drogas.



O Conselho Municipal de Álcool e Drogas estuda aumentar a taxação ou proibir a venda de bebidas tipo "ice" para adolescentes. Estudo da Secretaria Nacional Anti-Drogas mostra que 25% dos jovens entre 14 e 17 anos começam a ingerir bebidas alcoólicas a partir das "ice". O atrativo é o sabor doce, que dissimula o gosto forte do álcool. O dado foi visto com preocupação pelo governo federal por conta do número considerado alto de dependentes de álcool no país. O secretário Nacional Anti-Drogas reconheceu que a fiscalização sobre a venda de bebidas para adolescentes é falha. Paulo Roberto de Miranda Uchôa revelou que uma política pública específica para o combate ao álcool será lançada brevemente. O exagero no consumo de álcool por parte dos adolescentes preocupa as autoridades também na cidade de São Paulo. As autoridades reconhecem que o teor alcoólico da bebida tipo "ice" é baixo, mas ponderam que o fato é que pessoas predispostas acabam migrando para o vício. O presidente do Conselho Municipal de Álcool e Drogas, Luís Alberto Chaves, defende medidas preventivas para evitar que o consumo acabe se tornando problema sério. Ouça.



Jovens "inventam" drogas para tentar driblar o flagrante da polícia em casas noturnas de São Paulo. O Departamento de Narcóticos está apertando o cerco contra o uso e o tráfico de drogas nas danceterias da cidade: investigadores à paisana, passando-se por freqüentadores de casas noturnas, têm notado cada vez mais jovens usando remédios faixa preta e spray de solda. Misturados a bebidas alcóolicas e energéticos, os remédios causam alucinações semelhantes a drogas como ácido e ecstasy. Já os sprays de solda têm efeito semelhante ao de lança-perfume, por causa do forte cheiro de diclorometano. A ação da polícia é dificultada porque o spray de solda não é classificado como substância entorpecente e, portanto, não pode ser apreendido. Já os medicamentos faixa preta só podem ser apreendidos pela polícia se constarem da tabela 334 da Anvisa. O diretor do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas alerta que os jovens arriscam a vida consumindo os medicamentos. O consultor da Jovem Pan, Antony Wong, explica os danos que os remédios tarja preta e os sprays de solda causam ao organismo. Ouça.



Pais de adolescentes revelam que cerveja e vodca ice estão tirando o sossego das famílias em São Paulo e denunciam a facilidade com que essas e outras bebidas alcoólicas chegam aos menores de idade, apesar da proibição por lei. Ouça.



Pela primeira vez em um show de rock em São Paulo foi cumprida a lei que proíbe a venda de bebida alcoólica para menores de 18 anos. O fato inédito ocorreu nas duas apresentações da banda americana Pearl Jam, sexta e sábado, no Pacaembu. A proibição foi cumprida dentro e fora do estádio. Ouça todos os detalhes com a repórter Izilda Alves.



A Jovem Pan denunciou ao prefeito de São Paulo, José Serra, que é normal a venda de bebida alcoólica para menores de 18 anos, proibida por lei. Serra prometeu tomar providências e, já à noite, foi cumprida a lei dentro e fora do estádio do Pacaembu, palco das apresentações da banda americana Pearl Jam.



Cerca de 40% dos adolescentes a partir dos 14 anos tomam cerveja e 25% ingerem “vodka ice” na Grande São Paulo. A constatação é do primeiro levantamento sobre bebida alcóolica feito no Brasil e apresentado nesta segunda-feira em Brasília. O estudo foi mostrado na Primeira Conferência Pan-Americana de Políticas Públicas sobre o Álcool. O coordenador do estudo, professor Ronaldo Laranjeira, da Universidade Federal de São Paulo, lembra que a condição social do jovem não impede o consumo porque o álcool é barato. Para ele, a estratégia de ampliação de mercado através da propaganda é responsável pelo aumento do consumo entre os jovens e é inaceitável que o interesse da indústria do álcool prevaleça em relação à saúde pública. Ronaldo Laranjeira reforçou que a cerveja é a bebida mais consumida entre os jovens no país e avaliou que a indústria do álcool deve ser responsabilizada pelos danos à saúde pública. O médico explicou os malefícios da bebida alcóolica na saúde e no comportamento dos jovens brasileiros e destacou as campanhas da Jovem Pan. Ouça.



Rua Casa do Ator, Vila Olímpia, zona sul de São Paulo, 1h de sábado: já com uma latinha de cerveja na mão, uma adolescente de 16 anos se dirige a uma casa noturna e anuncia que vai beber muito. A menor traz um xerox de RG falso.



A história se repete todas as sextas-feiras em São Paulo: adolescentes ficam bêbados em praças, bares e ruas. Até meninas de 14 anos podem ser vistas com latinhas de cerveja, vodca ice e outras bebidas. A realidade desafia uma lei federal que proíbe a venda de bebida alcoólica para menores de 18 anos. Ouça mais.



As denúncias da Jovem Pan sobre a venda de cerveja, vodca ice e outras bebidas alcoólicas para menores de 18 anos repercutem na prefeitura de São Paulo e viram tema de reunião do Conselho Municipal de Álcool e Outras Drogas com a diretoria do Anhembi. O encontro resultou em medidas que começam a ser adotadas na cidade, inclusive, em shows no Arena Skol, área do Anhembi mantida pela cervejaria, que promove eventos regados a cerveja, com entrada liberada a menores desacompanhados a partir dos 14 anos.



Cervejaria Brahma está no ar com publicidade que desrespeita lei em São Paulo. É aquela em que o torcedor de uma torcida organizada atravessa o espaço da outra no estádio para comprar cerveja. O torcedor consegue passar pelos adversários sem ser agredido até chegar no vendedor da Brahma. Volta então ao seu lugar com algumas latinhas da cerveja nas mãos e distribui entre seus amigos. Essa propaganda desrespeita e ignora a lei que proíbe venda de bebidas alcoólicas nos estádios em São Paulo. A arruaça causada pelos bebedores é tanta que a lei atinge também as cercanias dos estádios. Mas para a cervejaria Brahman é como se a lei não existisse. Tanto que a publicidade está no ar já há algum tempo ignorando a proibição. A publicidade da Brahma sinaliza simplesmente para a zombaria da proibição. Na verdade, falta uma consciência social e existencial em tal iniciativa que pede para o jovem beber. A Jovem Pan vem falando sobre esse assunto para fazer um alerta à sociedade sobre o problema do consumo de álcool por menores. A juventude brasileira cada vez mais vem se transformando em refém das publicidades que estimulam o consumo de álcool. Parece que os jovens são hoje o alvo principal das empresas de bebidas, especialmente de cerveja. O que se vê por exemplo nos show musicais é lastimável. Tornou-se uma rotina encontrar nesses shows adolescentes de 13, 14, 15 anos caídos no chão embriagados. O anúncio da cervejaria Brahma é mais uma afronta porque estimula o jovem a consumir cerveja. E pior: estimula o jovem a beber cerveja nos estádios de futebol, onde a violência tem sido constante. A Jovem Pan vem fazendo o alerta: a sociedade organizada precisa defender sua juventude. Os jovens menores de idade não devem consumir bebida alcoólica como vem ocorrendo com esse incentivo acintoso. Antes de tudo, a Brahma tem de respeitar a lei. Será sempre preciso lembrar: atrás do primeiro copo de cerveja pode estar o início de uma trajetória degradante nas drogas.



Presidente do Conseg de Perdizes denuncia a proliferação de bares para o uso e tráfico de drogas ao redor de universidades e escolas do bairro. Elizete Fabri ressaltou que o mesmo problema ocorre no entorno de quase todas instituições de ensino superior da capital paulista. Ele enfatizou que a venda de bebidas alcoólicas para os jovens é porta aberta para ação dos traficantes. Em entrevista à Jovem Pan, Elizete Fabri pediu mais polícia investigando e leis rígidas para o funcionamento dos bares. Ouça.













Para ouvir os áudios do site, você precisa do Real Player.
- Clique aqui para fazer o download





Jovem Pan a favor do adolescente, contra as drogas
Campanha Jovem Pan pela vida, contra as drogas
Confronto
Memória do Rádio
A JP destacou
Vestibular
Língua Portuguesa
Planeta Jovem Pan
Falando Direito
Culinária

Carcereiros de Campo Grande entram em greve
Mega-Sena: apostador de MG ganha R$ 24,8 mi
Acidente deixa três mortos e três feridos graves

Dias bate recorde e dá primeiro ouro ao Brasil
Inglaterra vence com tranquilidade
Espanha estréia com vitória apertada
Jovem Pan em RSS
Jovem Pan Online - www.jovempan.com.br