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Jovem Pan recorda os fatos que marcaram a década de 60 - Parte IV
A Jovem Pan abre seus arquivos novamente para destacar os fatos que marcaram os anos 60. Neste último especial vamos lembrar a conquista do bicampeonato de futebol da Seleção Brasileira e os desdobramentos da ditadura em nosso país. Essa história e o dia-a-dia das pessoas na época são contados neste especial. Ouça.
Jovem Pan recorda os fatos que marcaram a década de 60 - Parte III
A Jovem Pan abre seus arquivos novamente para destacar mais fatos que marcaram os anos 60. Nesta terceira parte deste especial vamos relembrar outros grandes momentos da música. Neste período surge a Música Popular Brasileira apoiada pela divulgação dos grandes festivais. Essa história e o dia-a-dia das pessoas na época são contados neste especial. Ouça.
Brasil perdia a cantora Elis Regina há 26 anos
Elis Regina morreu no dia 19 de janeiro de 1982. As 11 e 45 daquela manhã, a cantora chegava ao Hospital das Clínicas com os principais sinais vitais prejudicados. Os médicos que a atenderam utilizaram todas as técnicas de reanimação. Horas depois, sua morte foi anunciada oficialmente pelo diretor do Hospital das Clínicas na época, doutor Primo Corte. Seu velório foi acompanhado por milhares de pessoas. São Paulo parou para as últimas despedidas.
Jovem Pan recorda os fatos que marcaram a década de 60 - Parte II
A Jovem Pan abre seus arquivos para recordar o que de mais importante aconteceu na década de 60. Nesta segunda parte de quatro especiais recordamos o surgimento do cinema marginal que buscava novos padrões estéticos. Além disso, falaremos da Jovem Guarda com seus cantores, sucessos e fatos marcantes.
Jovem Pan recorda os fatos que marcaram a década de 60 - Parte I
A Jovem Pan abre seus arquivos para recordar o que de mais importante aconteceu na década de 60. Nesta primeira parte de quatro especiais recordamos a deposição do presidente João Goulart, o começo da beatlemania, da difusão da Bossa Nova pelo Brasil e pelo mundo e a chegada do homem à Lua com a Apollo 11.
Jovem Pan recorda os fatos que marcaram a década de 50
Anos 50. O mundo ainda sente os efeitos da grande guerra. Estados Unidos e União Soviética disputam a hegemonia no planeta. É o mundo bipolar e o início da Guerra Fria. E em alguns lugares ela fica quente: na Coréia, combates entre o sul capitalista e o norte que deseja se alinhar ao comunismo. Na África e no sul asiático, colônias européias lutam pela independência. A fraqueza política e econômica do velho continente, massacrado por sete anos de guerra, permite levantes das nações dominadas. A ciência também é influenciada pela disputa ideológica entre Estados Unidos e União Soviética, que sai na frente com o lançamento do Sputnik, o primeiro satélite artificial que entra em órbita. Ouça.
Morre o senador Antônio Carlos Magalhães
Morreu em São Paulo, na manhã desta sexta-feira, 20 de julho de 2007, aos 79 anos de idade, o presidente da Comissão de Constituição (CCJ) de Justiça do Senado, Antônio Carlos Magalhães (DEM-BA). O estado de saúde do parlamentar, internado há um mês na UTI do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas, em São Paulo, se agravou na noite desta quinta-feira. Durante a manhã de hoje, a assessoria de imprensa já classificava o estado de ACM como "irreversível". De acordo com a nota divulgada pelo Incor, ele morreu às 11h40 “em decorrência de falência de múltiplos órgãos secundária à insuficiência cardíaca”. Antônio Carlos Magalhães era médico de formação e jornalista de profissão, mas diz que sempre respirou política. Ele contava que escolheu a cadeira em que um dia sentaria quando aos 18 anos foi assistir a sessões da Assembléia Constituinte no Rio de Janeiro. Sua carreira começou no jornal "O Estado da Bahia" e ele se aproximou dos políticos quando ganhou emprego de taquígrafo no Diário Oficial. Em pouco tempo, passou a elaborar discursos e estratégias de atuação para os deputados da UDN. Em 1954, ACM foi eleito deputado estadual na Bahia e, em 1958 iniciou uma trajetória de três mandatos como deputado federal. Em 1954, Antônio Carlos Magalhães foi eleito deputado estadual na Bahia e, em 1958 iniciou uma trajetória de três mandatos como deputado federal. Durante a ditadura militar, foi indicado prefeito de Salvador e duas vezes governador da Bahia. ACM foi ministro das Comunicações no governo Sarney e voltou ao governo da Bahia nas primeiras eleições diretas do país. A trajetória no Senado Federal começou em 1995, e seguiu sempre marcada pelo aproveitamento máximo da tribuna. Ouça edição especial.
Morre, aos 75 anos, a atriz Nair Bello
A atriz Nair Bello, de 75 anos, morreu nesta terça-feira, 17 de abril de 2007. Ela estava internada desde 11 de novembro de 2006, quando sofreu uma parada cardíaca em um salão de beleza e foi levada à Santa Casa de Misericórdia, localizada no centro de São Paulo, e depois transferida para o hospital Sírio-Libanês. Nair Bello nasceu em São Paulo no dia 28 de abril de 1931. Aos 18 anos iniciou sua carreira na extinta rádio Excelsior, onde atuou em novelas e programas de humor. Pouco tempo depois, estreava no cinema, no filme “Liana, a Pecadora”, onde contracenou com Hebe Camargo. Mas foi na televisão que Nair Bello conquistou o sucesso e o reconhecimento da crítica. Ela foi garota-propaganda, fez novelas e minisséries e marcou época com personagens inesquecíveis dos programas humorísticos. A gargalhada em cena era a grande marca dos trabalhos de Nair Bello, que levava seu bom humor aos estúdios. Quem contracenou com a atriz lembra que o clima nunca era tenso nas gravações em que ela participava. Era quase que obrigatório provocar Nair Bello para ver até onde ela conseguiria segurar a gargalhada. Nair integrou os principais programas de humor da televisão brasileira, entre eles, Família Trapo, Escolinha do Golias, Bronco e Zorra Total. Nessas atrações sempre interpretou personagens de grande apelo popular, como a Sunta, da Família Trapo. Sua primeira peça teatral foi “Alegro Desbrum”, que entrou em cartaz na cidade em 1976. Na televisão, Nair Bello também participou de novelas, onde interpretou personagens principalmente dos núcleos humorísticos. Bang Bang, Kubanacan, O Quinto dos Infernos, Uga Uga e Torre de Babel são algumas das produções mais recentes. Ela também integrou o elenco A Viagem, o Mapa da Mina, Perigosas Peruas e Olhai os Lírios do Campo, de 1980. Antes de sofrer a parada cardiorrespiratória, Nair trabalhava na novela Pé na Jaca, nova produção da Globo para as 19h. Arlete Sales assumiu às pressas o personagem que Carlos Lombardi desenvolveu especialmente para Nair Bello. No dia 4 de maio de 1978, em entrevista à Jovem Pan, Nair Bello revelou o segredo de seu sucesso: deixar o personagem dominar a intérprete. Ouça o que ela disse sobre isso e, em seguida, a atriz recorda sua estréia no humorístico Família Trapo.
Lolita diz que Nair é "um marco" em sua vida
Amiga inseparável de Nair Bello, a atriz Lolita Rodrigues afirmou à Jovem Pan que perdeu "um marco" na sua vida. Nair Bello faleceu nesta terça-feira, aos 75 anos. Ela estava internada desde o dia 11 de novembro de 2006, quando sofreu uma parada cardíaca. Lolita afirmou que estava no hospital Sírio-Libanês no momento em que Nair morreu. Ouça a entrevista emocionada de Lolita Rodrigues.
Agnaldo Rayol lamenta morte de Nair Bello
O cantor Agnaldo Rayol lamentou a morte da atriz Nair Bello, aos 75 anos, e contou à Jovem Pan que eles mantinham uma amizade de mais de 40 anos. “Estive no hospital diversas vezes. Na última vez, há pouco mais de 15 dias, ela havia saído da UTI e estava reagindo bem aos estímulos. Inclusive, contei piada, ela chegou a rir, estava sentada, fazia gestos e dizia algumas palavras. Saí esperançoso do hospital, mas, hoje, infelizmente soube do falecimento [...] É uma perda enorme para o humor brasileiro. Trabalhei ao lado dela muitas vezes, dávamos muita risada. Ela estava sempre alegre em cena, assim como na vida particular”. Ouça a entrevista de Agnaldo Rayol.
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