Ao vivo Confira a programação da JP Ouça os gols da rodada Som - Memória do Rádio Envie sugestões para a JP
Dom, 7 de Setembro de 2008 - Brasil Indique a JP para um amigo Adicione aos favoritos
» Esportes » Especiais » Seguem as dúvidas sobre morte de Serginho
Fale com a
11 3285-2275
Ouça a Jovem Pan
Jovem Pan Online
Notícias
Últimas Notícias
Entrevistas
De Olho no Congresso
Esportes
Notícias
Especiais
A JP transmite
Futebol Jovem Pan
Mundo da Bola
Fórmula 1
Gol Net
Economia
Mercado Agora
País dos Impostos
Dia-a-Dia do Consumidor
Opinião JP
Comentaristas
Consultores
Linha de Frente JP
Destaques
Campanha JP pela vida, contra as drogas
A família é o berço de tudo
Conexão JP - ONU
Educação
Confronto
Memória do Rádio
Vestibular
Língua Portuguesa
Planeta Jovem Pan
Blogs
Anchieta Filho
Animais e Cia
Centenário da Imigração Japonesa
Dentro e Fora das Pistas
Dia a Dia do Consumidor
Endorfina
Esportes Radikais
Fernando Sampaio
Memória JP
Mundo
Olímpicas
Parabólica JP
Pedaladas
Planeta JP
Poeta
Política
Por Dentro das Séries
Quartarollo
Sentença
Meio Ambiente
Trânsito e Estradas
Interatividade
Email JP
Serviços
Obtenção de passaporte
Trânsito e Estradas
Loterias
Cultura
Entrevistas
Rádio e TV
Sobre a Jovem Pan
Programação
Como anunciar
Afiliadas AM
Afiliadas FM
Telefones
Ouça os profissionais JP
Jovem Pan FM

Seguem as dúvidas sobre morte de Serginho


Clique aqui e ouça

Texto e voz: Thiago Uberreich
Sonorização: Reginaldo Lopes



As dúvidas, os questionamentos e as controvérsias ainda cercam a morte do zagueiro Serginho, do São Caetano, que completa um ano nesta quinta-feira.

Muitas perguntas feitas no dia 27 de outubro de 2005 permanecem no ar, sem resposta.

O jogador do time do ABC caiu de repente, aos 14 minutos do segundo tempo da partida contra o São Paulo, no Morumbi, pelo Campeonato Brasileiro.

Não demorou muito para o público e, principalmente os jogadores, perceberem a precariedade do atendimento médico do estádio.

Serginho sofreu um ataque cardíaco no gramado: apesar dos esforços e da transferência para o hospital São Luiz, veio a informação, lamentada pelo médico do São Paulo, José Sanchez.

O caso é até hoje, um ano depois, motivo de muita discussão: de quem é a responsabilidade pela morte?

O então presidente do São Caetano, Nairo Ferreira de Souza, e o médico Paulo Forte são acusados por homicídio doloso, crime com intenção de matar.

O promotor público Rogério Leão Zagalo foi o responsável pela denúncia: o processo corre em segredo de justiça.

Ele dá exemplos de que não tem dúvidas de que o problema cardíaco do atleta era sim conhecido.

O promotor contabiliza uma vitória: a denúncia de homicídio qualificado foi aceita pela Justiça.

A expectativa é a de que apenas no fim de 2006 o juiz possa tomar a decisão e mandar o caso a júri popular. Por enquanto, mais testemunhas serão ouvidas.

Até agora, somente o Superior Tribunal de Justiça Desportiva condenou os dois representantes do São Caetano.

Afastado do clube por dois anos, Nairo Ferreira de Souza prefere não falar com a imprensa.

Na época, ele negou que o jogador tivesse assinado um documento, atestando possíveis problemas no coração.

Diferente do gancho de Nairo Ferreira de Souza, o médico Paulo Forte foi suspenso pelo STJD por quatro anos.

O advogado dele, Cid Carvalhaes, não muda de versão.

Mas na história existe um outro componente: o Instituto do Coração, que travou um jogo de responsabilidades com o São Caetano.

No Incor, em fevereiro de 2004, Serginho fez uma bateria de exames, que teriam indicado irregularidades no coração.

O cardiologista Edimar Boqui, que comandou os testes, agora prefere adotar o silêncio.

Na tentativa de amenizar a dor pela perda do marido, Helaine Cristina criou o Instituto Serginho.

A entidade é voltada para crianças carentes da cidade mineira de Coronel Fabriciano, onde ele foi enterrado.

A viuva do zagueiro também é reticente em falar sobre o caso: um dia depois da morte do jogador ela procurava explicações.

Helaine Cristina e o filho Paulo Sérgio recebem 60 mil reais do São Caetano. O clube esticou o prazo do contrato até fevereiro.

Ela sempre manteve a versão de que o presidente Nairo Ferreira e o médico Paulo Forte não sabiam de nada.

O futuro do processo, só a justiça pode responder.

Como lição, os estádios foram obrigados a ter ambulância equipada e uma pequena sala de cirurgia a bordo, sem falar nos desfibriladores.

Antes de tudo, no entanto, a morte de Serginho serviu para humanizar a figura do jogador de futebol.



(27 de outubro de 2005)













Notícias
Especiais
A JP transmite
Futebol Brasil
Mundo da Bola
Fórmula 1
Gol Net
Envie seu email
JP em RSS

Dias bate recorde e dá primeiro ouro ao Brasil
Inglaterra vence com tranquilidade
Espanha estréia com vitória apertada

Brasileirão - Série A
Brasileirão - Série B
Copa Sul-Americana 2008
Eliminatórias 2010

Dois anos com Dunga no comando da seleção brasileira
DIA INESQUECÍVEL : SÃO PAULO x SANTOS
DIA INESQUECÍVEL : SANTOS x CRUZEIRO
DIA INESQUECÍVEL : FLAMENGO x SANTOS
DIA INESQUECÍVEL: PALMEIRASx BOTAFOGO
GP DA HUNGRIA 2008
DIA INESQUECÍVEL : SÃO PAULO x VASCO
DIA INESQUECÍVEL: SÃO PAULO x PORTUGUESA
DIA INESQUECÍVEL: SÃO PAULO x BOTAFOGO
DIA INESQUECÍVEL: SÃO PAULO X PALMEIRAS

Carcereiros de Campo Grande entram em greve
Mega-Sena: apostador de MG ganha R$ 24,8 mi
Acidente deixa três mortos e três feridos graves
Jovem Pan em RSS
Jovem Pan Online - www.jovempan.com.br