Museu do Meio Ambiente é inaugurado no Rio

4 de Julho de 2008

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, inaugurou, nesta sexta, o Museu do Meio Ambiente, que funcionará no antigo prédio do Jardim Botânico. O projeto de restauração contou com apoio financeiro do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no valor de R$ 1,8 milhão.

O vice-presidente do BNDES, Armando Mariante, destacou a importância do projeto, uma vez que o Jardim Botânico constitui patrimônio histórico-cultural, além de ser um espaço de lazer e turismo da cidade do Rio, que “continua  a ser um centro de vocação turística”.

Mariante lembrou que o prédio que abrigava a administração da unidade de conservação ambiental da cidade foi construído no século 19. A última reforma foi na década de 30. O edifício apresentava problemas de infiltração e de instalações inadequadas e danificadas, contou o vice-presidente do BNDES. “O prédio, inclusive, teve sua interdição decretada ao fim de algum tempo. Então, o BNDES e a Petrobras apoiaram o restauro”.

Foram trocadas as instalações elétricas e hidráulicas e recuperados os principais elementos arquitetônicos, além dos espaços originais internos, “transformando, adaptando o prédio de tal maneira  que ele pudesse abrigar o Museu do Meio Ambiente”. Armando Mariante disse que o museu será um dos primeiros do gênero na América Latina.

O museu terá uma exposição permanente sobre a questão ambiental no Brasil e no mundo que ocupará os seus dois pavimentos. Dotada de tecnologia de ponta, a unidade terá em seu acervo fotos, documentos, maquetes  sobre a temática ambiental, mapas com a representação dos biomas brasileiros, entre outros materiais. O local será usado também para instalação de jogos interativos, cursos e palestras, informou Mariante. O público estimado para o museu é de 600 mil pessoas por ano.

Fonte: Agência Brasil

Acre é referência nacional em projetos de meio ambiente

4 de Julho de 2008

O Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida em Emergências Ambientais no Acre, mais conhecido como P2R2, foi apresentado nesta quarta, 2, na Secretaria Estadual de Meio Ambiente - SEMA, para uma equipe de técnicos do Mato Grosso. O Acre é considerado referência neste projeto, que utilizou as informações do ZEE para fomentar e dar qualidade ao trabalho realizado. Os técnicos matogrossenses levarão as experiências acreanas para dar continuidade ao trabalho já desenvolvido em seu estado.

O projeto mapeia, quantifica e avalia as áreas de risco de acidentes ambientais, como derramamento de combustíveis, por exemplo, e prepara a melhor forma de dar resposta rápida aos incidentes. O levantamento do P2R2 é feito à partir da análise de dados e avaliação de relações entre as atividades potencialmente impactantes, áreas contaminadas e passivos ambientais, sítios frágeis ou vulneráveis, histórico de ocorrência de acidentes ambientais e unidades de resposta.

O Governo do Acre construiu, com apoio da sociedade civil, um modelo de desenvolvimento que apresente sustentabilidade das atividades humanas, seu foco principal. Desta forma a filosofia norteadora do Plano Nacional de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Acidentes Ambientais com produtos Perigosos (P2R2), vem ao encontro das preocupações crescentes relacionadas aos riscos potenciais desses contaminantes para saúde humana e o meio ambiente.

Desta forma a adoção de planos preventivos e de ações de combate aos episódios com produtos perigosos, reveste-se de importância cada vez maior. De acordo com Rosana Santos, atingir um desempenho gerencial eficiente no controle ou na redução desses riscos é um dos objetivos do projeto e requer o compromisso público com políticas, metas e programas de abordagens sistemáticas, a fim de obter a melhoria contínua na prevenção e combate a esses eventos.

Neste contexto os setores produtivos e de serviços ligados à produção, manipulação, comercialização, armazenamento, transporte, uso, manuseio e destino final de substâncias perigosas terão no Plano um marco referencial para viabilização de ações comprometidas com a proteção da saúde pública e qualidade ambiental.

Fonte: Agência de Notícias do Acre

Declaração do Milênio

2 de Julho de 2008

Em setembro de 2000, a Declaração do Milênio foi aprovada por 191 países membros da ONU, dos quais o Brasil faz parte. Estes países estabeleceram um compromisso compartilhado com a sustentabilidade do Planeta.

Os objetivos do Milênio foram expressos em um conjunto de 8 alvos a serem atingidos até 2015 e ficaram conhecidos como “8 Jeitos de Mudar o Mundo”.

1. Acabar com a fome e a miséria
2. Educação básica de qualidade para todos
3. Igualdade entre sexos e valorização da mulher
4. Reduzir a mortalidade infantil
5. Melhorar a saúde das gestantes
6. Combater a Aids, a malária e outras doenças
7. Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente
8. Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento
 

Saiba como colaborar em www.nospodemos.org.br

A energia que vem do sol compete com combustíveis fósseis

1 de Julho de 2008

A energia que vem do sol compete com combustíveis fósseis.

A luz solar, além de aquecer o planeta e ser essencial para a sobrevivência das plantas, é uma grande fonte de energia renovável, que se bem utilizada é capaz de substituir os velhos derivados fósseis. No Brasil, o sol proporciona a cada dois dias a mesma quantidade de energia que todas as reservas remanescentes de combustíveis não renováveis.

Em países como Japão, Alemanha, Holanda, EUA, Espanha, Inglaterra e Itália, o uso de sistemas fotovoltaicos – geração de energia elétrica a partir da solar – tem sido um a saída para diminuir a dependência de fontes tradicionais que já mostram sinais de esgotamento, como é o caso do petróleo.

O Japão é o que mais investe nesta tecnologia, apesar do pouco sol que incide por lá. “É impressionante aterrissar em uma cidade como Osaka, por exemplo, onde você vê uma grande quantidade de telhados azuis (cobertos por painéis fotovoltaicos)”, afirma o professor Ricardo Rüther, do Laboratório de Energia Solar da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Tecnicamente, a geração de energia a partir do sol já é viável. Entretanto, ela só será economicamente possível quando atingir uma escala de produção considerável. “Ela hoje vive o ciclo vicioso: cara por que se produz pouco e se produz pouco porque não há demanda, isto por ser cara!”, declara Rüther. De acordo com ele, existem estudos que mostram que se produzida em grande escala, a energia solar pode competir com as fontes tradicionais.

Fonte: www.carbonobrasil.com

Dicas rápidas para economizar energia

30 de Junho de 2008

Iluminação
- Utilize cores claras na pintura de paredes internas e do teto;
- Aproveite o máximo da iluminação natural, afinal luz solar é de graça;
- Coloque lâmpadas fluorescentes em ambientes que necessitam de mais iluminação.

Chuveiro 
- Use a chave na posição “verão”;
- Estude a possibilidade de instalar um aquecedor de água por energia solar.

Geladeira
- Faça o degelo periodicamente;
- Evite guardar alimentos ainda quentes; 
- Não deixe o eletrodoméstico próximo de lugares quentes (como fogão ou janela que bata sol);
- Não deixe a porta aberta por muito tempo;
- Verifique a vedação da porta.

Equipamentos elétricos
- Não deixe transformadores ligados na tomada desnecessariamente;
- Deixe acumular uma quantidade razoável de roupa para ligar o ferro de passar uma única vez;
- Utilize a máquina de lavar roupa/louça de única vez, deixando acumular uma quantidade razoável de peças;
- Tire os aparelhos eletrônicos da tomada quando estão fora de uso, principalmente a televisão e o vídeo cassete.

Fonte: Ufscar

Atenção - Pescador Subaquático

30 de Junho de 2008

Quando programar sua pescaria, verifique se o estado onde você pretende pescar possui legislação específica para a pesca subaquática. Alguns estados proíbem essa modalidade de pesca em seus rios e lagos. Mesmo com a Licença para Pesca Amadora do IBAMA - Categoria Subaquática, o pescador deve respeitar as medidas de proteção estabelecidas pela legislação estadual.

Fonte: www.ibama.gov.br

Projeto Arara Azul

30 de Junho de 2008

Uma das atividades realizadas pelo Projeto Arara Azul e que tem sido responsável pelo aumento do número de casais reprodutivos, bem como o aumento do número de filhotes de araras azuis que voam no Pantanal a cada ano é a instalação de caixas-ninho artificiais e a recuperação de ninhos naturais. Desde 1990 foram testados modelos, matérias e tamanhos diferentes até encontrar um que foi imediatamente ocupado pelas araras azuis. Cerca de 230 ninhos artificiais foram instalados nos últimos 10 anos. Desta forma, o Projeto Arara Azul beneficiou não só as araras azuis como outras 17 espécies de aves e mamíferos que ocupam cavidades arbóreas no Pantanal. Como na hora de se reproduzir as araras azuis são fiéis aos sítios de nidificação, o manejo de ninhos naturais tem sido outra ferramenta fundamental para aumentar o sucesso reprodutivo recuperando ou reformando ninhos que estão quebrados com a cavidade muito aberta ou risco de inundação. Porém, estas atividades têm que ser aliadas ao envolvimento com a comunidade, com as políticas para o assegurar áreas de reservas e a conservação da biodiversidade como um todo.

O Projeto Arara Azul é executado peça UNIDERP e Instituto Arara Azul.
Interessados em conhecer as atividades de campo do Projeto podem verificar no site: www.projetoararaazul.org.br

 

Fonte: www.projetoararaazul.org.br 

Um bilhão de pessoas não têm acesso a água

26 de Junho de 2008

Um relatório, apoiado pelas Nações Unidas, pede a governos locais e federais que reforcem o gerenciamento de seus recursos hídricos como forma de combater a pobreza e a corrupção.

Segundo o estudo, “Corrupção Global 2008: Corrupção no Setor de Água”, mais de 1 bilhão de pessoas não têm acesso à água potável e 2,4 bilhões vivem sem saneamento básico.

O continente mais afetado pela falta d’água é a África. A Ásia tem o maior número de pessoas sem saneamento.

Segundo os organizadores do estudo, é a primeira vez que o termo corrupção é analisado em associação com o fornecimento de água.

O relatório revela que os problemas podem surgir já no início de grandes contratos com pagamento de propinas. Um outro exemplo da corrupção é a obtenção de serviços de água e saneamento sem o pagamento de impostos.

Fonte: Rádio ONU

Tráfico de Animais Silvestres

26 de Junho de 2008

O comércio ilegal da vida selvagem movimenta entre 10 a 20 bilhões de dólares por ano, sendo considerada a terceira maior atividade criminosa do mundo, superada apenas pelo tráfico de armas e de drogas.

O Brasil participa com cerca de 10% desse mercado, sendo essa atividade ilícita, a responsável pela retirada anual de aproximadamente 38 milhões de animais dos ecossistemas brasileiros. A lógica do tráfico é cruel: quanto mais ameaçada de extinção for a espécie, maior será o valor que ela alcançará no mercado ilegal.

A Renctas é uma ONG, cuja missão é contribuir com o combate ao tráfico de animais silvestres.

Ajude o Brasil a proteger o seu maior patrimônio, a sua biodiversidade.

Fonte: www.renctas.org.br

Alerta: Aquecimento Global

25 de Junho de 2008

Nunca se viu tantas mudanças e efeitos devastadores como têm acontecido nos últimos tempos.

O aquecimento Global está acontecendo em função de poluentes, principalmente os gases derivados da queima de combustíveis fósseis na atmosfera.

Estes gases estão formando uma camada de poluentes de difícil dispersão, causando o efeito estufa.

O desmatamento e a queimada de florestas e matas também colaboram como este processo, onde os raios de sol atingem o solo e irritam calor na atmosfera. O resultado é o aumento global de temperaturas.

As piores consequências deste fenômeno são:
- Aumento do nível dos oceanos;
- Crescimento e surgimento de desertos;
- Aumento de furacões, tufões e ciclones;
- Ondas de calor.

Pesquisadores alertam, que em um futuro bem próximo, este aumento de temperatura irá provocar o efeito estufa, favorecendo o derretimento do gelo das calotas polares e aumento do nível das águas dos oceanos.

As Organizações Ambientais Internacionais(ONGS) e governos de diversos países preocupados com este problema, já estão adotando medidas para reduzir a poluição e a emissão de gases na atmosfera, através do Protocolo de Kyoto, assinado no Japão, em 1997.

O Protocolo de Kyoto entro em vigor no dia 16 de Fevereiro de 2005, e visa a redução de poluentes que aumentam o efeito estufa no Planeta.

O principal objetivo é a diminuição da temperatura global nos próximos anos.