Muitos pacientes de São Paulo com linfoma do tipo B tiveram o tratamento com o medicamento Mabthera (Rituximabe) interrompido porque o remédio, antes disponibilizado pela Secretaria de Estado da Saúde de SP, passou a ser fornecido pelo Ministério da Saúde, que mudou os critérios para o seu recebimento.
Em entrevista à Jovem Pan, o Dr. Jaques Tabacof, médico hematologista e oncologista da Associação Brasileira de Linfoma, explica que o Mabthera “é bastante especifico e tem poucos efeitos colaterais”. Segundo o médico, o medicamento “é um anticorpo que, injetado na corrente sanguínea, ajuda a matar as células que formam o linfoma como se fosse um míssil teleguiado”.
Ouça a entrevista à apresentadora Patrícia Rizzo durante o Jornal Jovem Pan.