Robert Sheidt, 40 anos, é um velejador bicampeão olímpico e 15 vezes campeão mundial de iatismo. Começou a jogar tênis e velejar, mas optou pelo mar em vez das quadras. Logo mostrou seu talento e conquistou vários títulos na categoria júmior. Em 1995, ficou com a medalha de prata no Pan-Americano de Mar Del Plata, na Argentina, alcançando os primeiros patrocínios. Foi campeção nos Pan de Winnipeg e Santo Domingo, além das Olimpíadas de Atlanta (1996) e Atenas (2004). Ganhou ainda duas pratas e um bronze olímpicos. Em meio a tudo isso, formou-se administrador pela Universidade Mackenzie, em 1996, mas decidiu continuar os caminhos da vela.

O que fazer por um Brasil Melhor?

Educação, saúde e infraestrutura. São os três pontos considerados fundamentais na opinião de Sheidt, que ainda falou da necessidade de simplificar o sistema tributário brasileiro.

"Eu acho que o Brasil vive uma oportunidade única com a chegada da Copa do Mundo e a aproximação das Olimpíadas em 2016. O Brasil vai virar um grande palco mundial e essa oportunidade nunca mais vai acontecer na história", disse o campeão.

Scheidt falou também da importância dos anos que o país vai viver agora com a Copa e em 2016. "Então eu acho que é um momento importantíssimo pro Brasil se projetar internacionalmente, mostrar que é um país sério, um país com grande futuro pela frente e que a gente consiga aproveitar essa grande oportunidade e fazer as reformas e as melhorias que a gente tanto necessita nesse país", afirmou Scheidt.

Confira o comentário completo de Robert Scheidt para a campanha Brasil Melhor no áudio acima.