Em seu depoimento de abertura do evento "Quem faz o Brasil Melhor" nesta terça-feira, o presidente da Jovem Pan, Antonio Augusto Amaral de Carvalho Filho, o Tutinha, falou sobre o DNA da empresa.

"Eu nasci respirando a ar de Rádio e TV", diz Tutinha. "Meu avô, Paulo Machado Carvalho, foi um dos grandes fundadores do rádio e da televisão no Brasil, pouco depois de Chteaubriand", lembra.

"Meu pai, Antônio Augusto Amaral de Carvalho, seu Tuta, foi um dos homens brilhantes da televisão", homenageou o filho, recordando seus projetos na TV Record, como o programa O Fino da Bossa.

"Num momento de sua vida, ele (Tuta) comprou a Jovem Pan dos irmãos e teve um momento fantástico, quando levou os artistas da televisão para o rádio", evoca Tutinha, em referência a programa que fez tanto sucesso, que hoje é rememorado na programação da Pan pelo programa Dois Diretores em Cena.

Transição

"Meu pai (sr. Tuta) foi duro passar o bastão", diz também Tutinha em referência ao pai, que, aos 83 anos, ainda ama e se apega ao legado que ajudou a construir. "Tive que arrancar (o bastão) dele há seis meses", brinca Tutinha, revivendo o momento em que assumiu a gestão da Jovem Pan.

Sobre os projetos de que participou junto ao pai, Tutinha lembra da criação do Programa Pânico, hoje sucesso no rádio e na televisão.

"Meu primeiro projeto, junto com o Zé Pereira (José Carlos Pereira, diretor de jornalismo da Rádio Jovem Pan), de que eu tenho muito orgulho é o 'Quem faz o Brasil Melhor'", afirma o presidente da rede.

Tutinha ainda agradeceu ao João Doria Jr., presidente do LIDE, grupo empresarial que promoveu o evento em parceria com a Pan, e garantiu: "Nosso projeto vai continuar em novos formatos, de maneiras diferentes".

Referindo-se, finalmente, a todos os convidados, empresários e personalidades, Tutinha convidou: "O microfone da Jovem Pan está aberto para vocês contarem o que fazer para o Brasil dar certo".