Órgão especial do Ministério Público de São Paulo aprova a instituição de cota racial para o próximo concurso para promotor de Justiça.

A decisão reserva 20% das vagas para negros, pardos e índios e 5% para portadores de deficiência física.

A mudança foi sugerida pelo procurador-geral de Justiça, Gianpaolo Smanio e acolhida pelo colegiado da instituição.

A expectativa é que o próximo concurso no Estado proporcione o ingresso de 67 novos promotores na carreira.

O procurador-geral, Gianpaolo Smanio, explicou porque o Ministério Público adotou o regime de cotas.

A Promotoria de Direitos Humanos do Ministério Público e órgãos da sociedade civil já tinham se manifestado sobre o assunto.

Ainda não há um prazo para a realização do próximo concurso público para promotor de Justiça.

*Informações do repórter Anderson Costa