Um projeto de lei que está na Assembleia Legislativa de São Paulo pode mudar a forma como é feita a segurança nos estádios de futebol do estado: o texto prevê que os clubes paguem os policiais militares designados para garantir a segurança de jogadores, torcedores, árbitros e jornalistas, com base na Operação Delegada, em que os oficiais “vendem” suas folgas para a prefeitura e fazem bicos oficiais em regiões como a da Avenida Paulista.

Thiago Uberreich revela que, usando esta tabela, um coronel, tenente-coronel, capitão, major, 1º ou 2º tenente, o valor da hora passaria de R$ 25. A alegação de Cauê Macris (PSDB), idealizador do projeto, é de que um jogo de futebol é um evento privado, com renda revertida para os clubes, e isso torna justo que a entidade organizadora do jogo contrate uma empresa de segurança privada ou pague os policiais militares que garantirão a paz nos estádios.