Com a norma que determina a retirada das sacolinhas plásticas dos supermercados paulistas completando cinco primeiros dias, muitos consumidores sofrem, ou porque desconhecem o acordo entre a associação de classe e o Procon, ou pelo esquecimento: sem levar outras sacolas ou caixas de papelão, ficam à mercê dos lojistas, que cobram R$ 0,19 por unidade das embalagens feitas a partir do milho, que são biodegradáveis. Isso vai acabar, garante Renata Perobelli: após constatar o problema, o Procon decidiu multar os supermercados que não oferecerem alguma alternativa de sacolinha gratuita durante todo o dia. Paulo Arthur Góes, diretor-executivo da entidade, confirmou após os problemas do final de semana que, caso sinta-se lesado, o consumidor deve fazer a denúncia, que levará à investigação por parte dos fiscais e, se o problema for constatado, à eventual punição.