Uma paixão do brasileiro: carros. Eles estarão bem representados no Salão do Automóvel 2016. São 540 modelos, 32 marcas, os sonhados superesportivos, sedãs, modelos que estarão nas ruas brasileiras em breve, carros para bolsos privilegiados, conceito e um mercado crescente de SUVs.

As montadoras pretendem usar o Salão como um novo momento para o mercado, mas é válido lembrar que não há milagre.

O vice-presidente da Ford descarta que o setor tenha superestimado o potencial brasileiro.

A Jeep comemora o resultado inicial do Renegade e lança o Compass fabricado também no Brasil.

O fenômeno dos carros mais altos e robustos também é acompanhado pelas marcas de luxo, mas até o segmento premium caiu em 2016.

Tradicionais marcas inglesas sob domínio indiano da Tata apostam no segmento de luxo em ascensão no Brasil.

As montadoras asiáticas que chegaram mais tarde ao Brasil enfrentam melhor a crise com gama reduzida de produtos, fábricas eficientes e, acima de tudo, a filosofia mais conservadora.

A Toyota também encara a queda de 20% do mercado brasileiro com foco no pós-venda.

O jornalista Fernando Calmon avalia que o mercado brasileiro tem potencial para recuperar sua produção.

Salão do Automóvel 2016

O Salão do Automóvel deste ano é realizado no São Paulo Expo, que tem 90 mil metros quadrados, ar climatizado, edifício garagem com 4,5 mil vagas cobertas, mais mil abertas e anexo para outras 10 mil vagas, com diárias de R$ 30 a R$ 40.

Na abertura do Salão o ingresso custa R$ 40 reais. Outros dias de semana têm o valor de R$ 70. No sábado (12), domingo (13), segunda (14) e feriado (15), os ingressos aumentam e passam a custar R$ 95. No último domingo, chega a R$ 70. Há a meia entrada para estudantes.

Confira a reportagem completa de Marcelo Mattos: