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FGV: alimentos ajudam menos a conter inflação ao consumidor na 1ª prévia

  • Por Estadão Conteúdo
  • 11/10/2017 09h55

Agência Brasil

Na direção oposta, apenas o grupo Transportes teve variação menor, saiu de 0,73% para 0,49%

A queda nos preços dos alimentos não foi suficiente para impedir que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) voltasse a subir na primeira prévia de outubro do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). O IPC-M apresentou alta de 0,17% no primeiro decêndio de outubro, ante uma deflação de 0,12% no mesmo período de setembro.

Sete das oito classes de despesa componentes do índice tiveram taxas de variação maiores, com destaque para o grupo Alimentação, que passou de uma redução de 0,92% na prévia de setembro para uma queda de 0,14% na prévia de outubro. Um dos itens de maior influência foi hortaliças e legumes, que saiu de redução de 12,14% para queda de 1,04% no período.

Os demais aumentos ocorreram nas taxas dos grupos Vestuário (de 0,25% para 1,18%), Habitação (de -0,12% para -0,05%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,17% para 0,32%), Educação, Leitura e Recreação (de -0,17% para 0,07%), Despesas Diversas (de -0,02% para 0,62%) e Comunicação (de -0,03% para 0,12%). Os itens de destaque foram roupas (de 0,06% para 1,56%), gás de bujão (de -0,28% para 3,29%), medicamentos em geral (de -0,07% para 0,27%), passagem aérea (de -4,67% para -1,19%), alimentos para animais domésticos (de -0,91% para 2,17%) e mensalidade para TV por assinatura (de 0,05% para 0,76%), respectivamente.

Na direção oposta, apenas o grupo Transportes teve variação menor, saiu de 0,73% para 0,49%, sob influência da tarifa de ônibus urbano (de 0,79% para -0,15%).