13/11/09 - 17h27
Publicado Por: Gabriel Mandel
Carlos Minc, ministro do Meio Ambiente, rejeitou nesta sexta-feira a tese, propagada pelo diretor da ONG Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, Roberto Smeraldi, de que a queda de 45% no desmatamento da Amazônia, entre agosto de 2008 e julho de 2009, na comparação com o mesmo período do ano passado, seja fruto da crise financeira.
Nos doze meses analisados pelo Inpe, o corte de árvores somou 7.008 km², contra os 12.911 km² registrados entre agosto de 2007 e julho de 2008. Minc alegou, para explicar porque discorda da tese, que a crise financeira se acentuou em dezembro no Brasil, enquanto a medição do desmatamento “começa em junho (…) quando o desmatamento aumenta, a culpa é nossa, mas quando diminui dizem que é a crise”.