0:00
0:00

Para revista, Joesley diz: Temer é chefe da “maior organização criminosa do país”

  • Por Jovem Pan
  • 17/06/2017 08h44 - Atualizado em 29/06/2017 00h36
EFE/João Quesada/CAMPO GRANDEEFE/João Quesada/CAMPO GRANDEEFE - Joesley Batista e Michel Temer
BRA01. RÍO DE JANEIRO (BRASIL), 19/05/2017.- Fotografía sin fechar, cedida por Campo Grande News hoy, viernes 19 de mayo de 2017, muestra a uno de los dueños de la empresa JBS Joesley Batista (i) junto al presidente de Brasil, Michel Temer (d), en Río de Janeiro (Brasil). Directivos del grupo JBS que colaboran con la justicia confesaron que pagaron sobornos por 80 millones de dólares al expresidente brasileño Luiz Inácio Lula da Silva y a su sucesora Dilma Rousseff, según documentos divulgados hoy, viernes 19 de mayo de 2017, por la Corte Suprema. En los documentos revelados por la corte, uno de los dueños de JBS, Batista, y el exdirector de Relaciones Institucionales del grupo Ricardo Saud, sostienen que los sobornos pactados con el ministro de Hacienda de Lula y Rousseff, Guido Mantega, desde 2005, alcanzaron la suma de 80 millones de dólares, depositados en diversas cuentas bancarias abiertas en el exterior. EFE/João Quesada/CAMPO GRANDE NEWS/SOLO USO EDITORIAL/NO VENTAS/MÁXIMA CALIDAD DISPONIBLE

O dono do grupo J&F, Joesley Batista, disse que o presidente Michel Temer é o chefe da “maior e mais perigosa organização criminosa deste país”. A declaração do empresário foi dada em entrevista à revista Época, em mais de quatro horas de conversa.

Além disso, Joesley ainda falou sobre o PT, como o ex-presidente Lula institucionalizou a corrupção no país e como o PSDB entrou em leilões para comprar partidos nas eleições de 2014.

Questionado sobre a relação que tinha com o atual presidente Michel Temer, o dono da JBS foi direto ao falar que nunca foi uma relação pessoal, de amizade, mas sim algo institucional, de um empresário que precisava resolver problemas e via no peemedebista a condição de resolvê-los.

Joesley afirmou ainda que Temer o via como alguém que poderia financiar suas campanhas e ainda revelou mais informações sobre a relação do presidente com o ex-deputado Eduardo Cunha, que está preso atualmente.