Em 1954, o suicídio físico de Getúlio Vargas fez com que um presidente morto continuasse politicamente vivo por mais 10 anos, influenciando fortemente a vida pública brasileira.

Neste outono de 2017, o suicídio moral consumado pela divulgação das conversas dos comparsas Joesley e Weseley Batista fez de Michel Temer e Aécio Neves dois zumbis na política.

Logo estarão arrastando correntes nos porões onde uivam ou gemem Lula e seus quadrilheiros. É sempre chocante a contemplação da face escura de gente que governou, por pouco não governou, ou governa a nação.

Mas quem não tem bandido de estimação também não tem motivos para acreditar que o Brasil não tem jeito.

Nesse momento, o que agoniza é o Brasil dos Lulas, Dilmas, Temers e Aécios.