0:00
0:00

O mundo segue cheio de ditadores

  • Por Jovem Pan
  • 03/04/2017 12h50
EFE/PALACIO DE MIRAFLORESEFE/PALACIO DE MIRAFLORESPresidente da Venezuela Nicolás Maduro
CAR03. CARACAS (VENEZUELA), 07/03/2017.- Fotografía cedida por el Palacio de Miraflores que muestra al presidente venezolano, Nicolás Maduro (i), mientras saluda al actor estadounidense, Danny Glover (d), durante un encuentro con la llamada "Red de Intelectuales" hoy, martes 7 de Marzo de 2017, en Caracas (Venezuela). El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, dice que no va a soportar más "conspiraciones" ni "agresiones" por parte del secretario general de la Organización de Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, y aseguró que dará una respuesta "contundente" a él y a "sus socios mafiosos". EFE/PALACIO DE MIRAFLORES/SOLO USO EDITORIAL/NO VENTAS

O velho sonho do pós-Guerra de se construir um construir um órgão internacional que pudesse evitar o surgimento de ditadores praticamente se esmoronou. A ONU é um órgão fragilizado e há uma explosão de ditadores pelo mundo.

Na América do Sul, temos em Cuba, a eleição do Equador questionada, Paraguai em pé de guerra e a Venezuela brincando com os poderes judiciário e legislativo.

Hoje a OEA vai se reunir para ver a violação na Venezuela e que tipos de sanções podem ser tomadaslated—O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes disse que poderá ser usado o Protocolo de Ushuaia. Em um segundo acréscimo, assinam o Ushuaia II os países: República Argentina, a República Federativa do Brasil, a República do Paraguai, a República Oriental do Uruguai, Estados Partes do MERCOSUL, e o Estado Plurinacional da Bolívia, a República do Chile, a República da Colômbia, a República do Equador, a República do Peru e a República Bolivariana da Venezuela, Estados Associados do MERCOSUL.

O texto, relativamente frágil, prevê punição a qualquer dos integrantes que desrespeitasse os direitos

Tem artigos que podem levar a uma punição pesada:

O artigo 6 diz: a.- Suspender o direito de participar nos diferentes órgãos da estrutura institucional do MERCOSUL.

Quem respeita a lei? O presidente da Venezuela, Nicolás Madura domina o próprio Parlamento, onde se fazem as leis.