A Síria volta a assustar o mundo, com os ataques dos EUA e, antes, com o Estado Islâmico.

O homem tentou evitar esses conflitos com a criação de organismos internacionais que fossem capazes de evitar a ação de ditadores. Esse é o princípio que norteou a construção da Liga das Nações e, depois, da ONU.

Não se imaginava o que acontece no dia de hoje, que não é uma guerra de nações, mas uma divergência de civilizações.

Há os que se opõem à paz em nome das religiões.

Na Carta das Nações Unidas está previsto que o propósito da ONU é “manter a paz e a segurança internacionais e, para esse fim: tomar, coletivamente, medidas efetivas para evitar ameaças à paz e reprimir os atos de agressão ou outra qualquer ruptura da paz e chegar, por meios pacíficos e de conformidade com os princípios da justiça e do direito internacional, a um ajuste ou solução das controvérsias ou situações que possam levar a uma perturbação da paz”.

E os membros devem “a fim de assegurarem para todos em geral os direitos e vantagens resultantes de sua qualidade de Membros, deverão cumprir de boa fé as obrigações por eles assumidas de acordo com a presente Carta”.

“Deverão resolver suas controvérsias internacionais por meios pacíficos”, continua. O artigo 7º prevê “medidas coercitivas”.

E a ONU realmente é um fracasso. O mundo está inseguro e caminha perigosamente em direção a uma III Guerra Mundial.

Paulo Eiró tem frase eternizado na Av. João Dias:

O homem sonha monumentos

E só ruínas semeia,

Para pousada dos ventos;