Apesar de ajuda federal, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul devem ter rombo de 19 bilhões e 500 milhões de reais em 2017.

Os governos estaduais também estariam resistindo à privatização de estatais, uma das exigências da União para ajudar nas contas.

Marco Antonio Villa comenta: O rombo é pequenininho né?

A situação no Rio é gravíssima. A assembleia fluminense ainda não referendou a necessidade daquele pacote de cortes. O governo do Rio ainda não pagou o mês de novembro da folha de pagamento dos funcionários.

Não deu para entender também por que Cármen Lúcia, presidente do Supremo, foi se meter nessa questão e deu um tempo a mais para o Rio gastar como quiser. Teve uma atuação desastrosa.

O País continua um caos. Aqui parece que é sempre carnaval.