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Teremos uma semana de muita tensão no combate à corrupção

  • Por Jovem Pan
  • 11/09/2017 07h39
Rovena Rosa/Agência Brasil

Presos em São Paulo, Joesley Batista e Ricardo Saud serão transferidos ainda nesta segunda-feira (11) para Brasília. O ministro do STF Luiz Edson Fachin determinou a prisão temporária dos dois, que foram acusados de omitir informações no acordo de colaboração.

Agora, o Supremo Tribunal Federal deve analisar o futuro da delação dos irmãos Batista e de executivos da JBS. Maioria dos ministros sinaliza que as provas já apresentadas devem continuar valendo mesmo se o acordo de colaboração for suspenso.

Busca e apreensão

A Polícia Federal faz operação de busca e apreensão na casa do ex-procurador Marcelo Miller, no Rio de Janeiro. Os agentes também cumprem quatro mandados de busca em São Paulo; os alvos são a casa do empresário Joesley Batista, a residência de Ricardo Saud, a sede da empresa e a casa do delator Francisco Assis.

As autoridades buscam encontrar documentos e áudios que ainda não foram entregues para investigação. Os pedidos de busca e apreensão foram feitos pela Procuradoria-Geral da República e autorizados pelo relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin.

Última semana na PGR

Rodrigo Janot inicia a última semana de trabalho na PGR tentando disparar “novas flechas”. Após pedir a prisão de Joesley Batista, o procurador-geral da República pode apresentar nesses próximos dias a segunda denúncia contra Michel Temer.

“O estranho é que isso não tenha sido feito no momento da prisão. Teremos uma semana de muita tensão, de combate à corrupção. Vamos ver agora se Geddel fala, vamos ver Lúcio Funaro e sua delação e Palocci, se vai continuar falando. E nada de falar que isso é ruim para a economia. Vamos até o fim na luta contra a corrupção”, diz Marco Antonio Villa.

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