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Como baratas tontas, políticos seguem reação contra a Lava Jato

  • Por Jovem Pan
  • 17/03/2017 13h13
EFERomero Jucá - EFE

Os políticos implicados na Lava Jato estão que nem barata tonta. A cada dia surge um plano infalível, à la Cebolinha, para livrar os políticos. Mas estamos em uma situação de “água morro abaixo e fogo morro acima”.

Já começou um processo de depuração e a opinião pública e a imprensa estão vigilantes.

Já houve tentativa de anistiar caixa dois, a PEC do Jucá, que não desiste nunca, de tentar impedir que os presidentes da Câmara e Senado sejam investigados por casos anteriores ao mandato.

Agora o mesmo Romero Jucá está com uma ideia de reduzir as punições aos partidos políticos. Como as doações de empresas secaram, resta às siglas se apegar ao fundo partidário.

E uma das punições previstas para crimes eleitorais é o confisco do fundo partidário e a aplicação de multas pesadas.

Acho um absurdo o TSE participar de projetos nesse sentido, pois cabe justamente ao Tribunal Superior Eleitoral ser o guardião das leis eleitorais.

Outra proposta em curso é a reforma política, sempre uma tentativa de sobrevivência dos políticos. Fala-se agora em lista fechada em ordem pré-ordenada. Quem já tem mandato ficaria no topo da lista, ou seja, os investigados.