Muito antes de aprender os conceitos básicos da escola, como ler e escrever, as crianças já saber como se manter conectados às tecnologias. Para o consultor da JOVEM PAN, Leo Fraiman, esse tipo de atividade é considerada saudável, desde que seja praticamente proporcionalmente a uma atividade física, uma brincadeira, algo que faça a criança se movimentar.


“Essa visão que a gente vê muito frequentemente de crianças com tablets e telefones na mesa de jantar de restaurantes, a criança com um aninho que está no carrinho sendo empurrada, já com um iPad, passando um programinha, muito comumente, por exemplo, a Galinha Pintadinha, não pode ser tida como o Prozac da criança”, alerta o especialista.


Por isso, Fraiman diz que os pais não devem usar esse tipo de recurso como uma forma de tirar “uma folga” das crianças, como um conforto, devem incentivar os pequenos a interagirem na conversa, participarem, prestarem atenção para que essa habilidade se desenvolva.