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É tão ilegítima presença de Cunha na presidência da Câmara, quanto a de Renan no Senado

  • Por Jovem Pan
  • 17/12/2015 17h13
Pedro Ladeira/FolhapressPedro Ladeira/FolhapressEduardo Cunha e Renan Calheiros
BRASÍLIA, DF, 19.11.2015: SENADO-DIA - O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL) e o governador do Distrito Federal, Rodrigo Sobral Rollemberg (PSB), durante reunião sobre o acampamento de manifestantes em frente ao Congresso Nacional, em Brasília (DF). Ficou definido que o grupo de manifestantes tem 48 hs para deixar o local. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

O comentarista José Nêumanne Pinto diz que é um absurdo que o Brasil tenha o presidente da Câmara sob suspeita. “É um absurdo que ele seja deputado, que ele presida a Câmara e que esteja no comando do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff”. Para Nêumanne, isso não mancha o processo, mas Janot cumpre seu dever quando pede seu afastamento do cargo. No entanto, ele estranha que o ministro do STF, Teori Zavascki não tenha aceito que a PF fizesse uma devassa na casa de Renan Calheiros, que também é investigado na Lava Jato.

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