Luciano Huck lidera pesquisa Ipsos sobre possíveis candidatos: deve ser levado em consideração?

  • Por Jovem Pan
  • 23/11/2017 21h36

Reprodução/Facebook

Huck apresentou um salto de 17 pontos porcentuais desde setembro, passando de 43% para 60%. Já a desaprovação caiu de 40% para 32% no mesmo período
Saiu hoje o Barômetro Político Estadão-Ipsos de novembro, um ranking mensal feito em parceria pelas duas empresas.
A grande surpresa é Luciano Huck, que lidera com folga os índices de aprovação: 60%. Ele apresentou um salto de 17 pontos porcentuais desde setembro, passando de 43% para 60%. Já a desaprovação caiu de 40% para 32% no mesmo período.
Ao todo, foram 22 nomes no Barômetro Político deste mês. Também possuem aprovação alta o juiz Sergio Moro (50%), Lula (com 43%) e Joaquim Barbosa (42%). Marina Silva tem 35% de aprovação. Os demais ficaram abaixo dos 30 por cento.
Michel Temer e Aécio Neves lideram o ranking de rejeição: o presidente é reprovado por 95% dos entrevistados e aprovado por 4%. O mineiro tem 93% de desaprovação e só 5% de aprovação.
Destaque aqui para Lula, que viu seus números melhorarem nos últimos meses. O petista é rejeitado hoje por 56% e aprovado por 43%. Em agosto, ele tinha 66% de rejeição e 32% de aprovação.
Bolsonaro, que aparece em segundo na maioria das pesquisas de intenção de voto, não vai bem nesse levantamento de aprovação. O deputado tem 60% de rejeição e 24% de aprovação. Os números de Bolsonaro – e trajetória – na pesquisa Ipsos se assemelham muito aos do prefeito João Doria, que hoje admitiu publicamente que seu projeto presidencial perdeu força e que uma candidatura ao governo de São Paulo é mais provável.
No 3 em 1 desta quinta-feira, 23, Patrick Santos mediou debate sobre o assunto entre Vera Magalhães, Carlos Andreazza e Marcelo Madureira.
Vera ressaltou que essa é uma pesquisa de aprovação e não de intenção de voto. Andreazza concordou e disse que deve-se tomar cuidado com esse tipo de metodologia. Madureira destacou que os resultados são flashes, é algo instantâneo, e tudo pode mudar até o ano que vem.