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Confira a edição completa de “Os Pingos nos Is” desta terça-feira (16/05/2017)

  • Por Jovem Pan
  • 16/05/2017 14h28

Reinaldo Azevedo, Victor LaRegina e Vitor Brown comentaram os principais assuntos desta terça-feira (16) em “Os Pingos nos Is”.

Em seu editorial de abertura, Reinaldo Azevedo falou sobre o jurista Ives Gandra Martins. Saiba mais no editorial completo.

MERCADO – O mercado formal de trabalho voltou a contratar em abril e registrou no mês passado saldo líquido positivo de 59.856 postos. Trata-se do melhor desempenho em três anos. Esse foi o segundo mês de geração de empregos em 2017. Em fevereiro foram abertas 35.612 vagas. O saldo positivo de fevereiro foi o primeiro depois de 22 meses seguidos sem novos postos de trabalho.

TEMER X STF – O plenário do STF vai decidir se o presidente da República, Michel Temer, pode ser investigado por fato cometido antes do exercício do mandato. O ministro Luiz Fux acelerou ontem o julgamento de uma ação proposta pelo PDT na qual a sigla contesta a “imunidade processual temporária” do chefe do Executivo federal.

ALCKMIN – Em Nova York, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, defendeu a política e contestou uma das teses do discurso do prefeito de São Paulo, João Doria. Durante reunião com investidores, afirmou o governador: “Me preocupa, muitas vezes, relegar a política ao plano secundário, porque ela é a atividade essencial. Não adianta a empresa ir bem, se a economia de seu País vai mal. Não adianta você ser o melhor agricultor do mundo da porteira para dentro se da porteira pra fora nada funciona”. Sem citar nominalmente Doria, Alckimin disse ainda que “a pior política é a da omissão”.

DORIA – Também em Nova York, João Doria se disse fiel a Geraldo Alckmin, mas deixou claro que, fosse hoje a disputa, deveria ser ele próprio o nome do PSDB à Presidência. Num café da manhã, o prefeito negou a candidatura: “Quero deixar claro a vocês que eu não sou candidato a presidente da República, não sou candidato a governador. Sou candidato a ser um bom prefeito da cidade. Para isso fui eleito”. Mais tarde, indagado sobre o assunto, ele disse: “O PSDB não vai fugir dessa missão. Será candidato do PSDB aquele que tiver melhor posição perante a opinião pública. Aquele que representa o interesse popular. Para ser competitivo, para vencer as eleições, vencer o PT, vencer o Lula”.

TSE – O presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, marcou para os dias 6,7 e 8 de junho o julgamento do processo que pede a cassação da chapa Dilma-Temer. O ministro Herman Benjamin, relator da ação, liberou o caso para o pleno. A tendência é que ele vote pela cassação da chapa. Em um parecer encaminhado ao tribunal, o vice-procurador-geral eleitoral Nicolao Dino fez uma recomendação nesse mesmo sentido. No entanto, ele pede que os ministros tornem apenas a ex-presidente Dilma inelegível e não o presidente Michel Temer.