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Dois meses depois da Operação Carne Fraca, três frigoríficos continuam sob vigília

  • Por Jovem Pan
  • 21/05/2017 13h14
Joédson Alves/EFEJoédson Alves/EFEOperação Carne Fraca - efe
BRA106. LAPA (BRASIL), 21/03/2017 - Vista general de la línea de producción de la compañía del grupo cárnico JBS Seara en la ciudad de Lapa, estado de Paraná, Brasil, la cual fue inspeccionada por el ministerio de Agricultura de Brasil, Blairo Maggi, hoy martes 21 de marzo de 2017. Según la policía, varias de las principales cárnicas del país, entre ellas JBS y BRF, con la complicidad de fiscales sanitarios corruptos, "maquillaron" con productos químicos carnes que estaban en mal estado y no cumplían con los requisitos para la exportación.EFE/Joédson Alves

Dois meses depois da Operação Carne Fraca, três frigoríficos continuam sob vigília e duas empresas tiveram o registro cassado

O esforço se concentra em reconquistar fornecedores e consumidores para aliviar a queda nas vendas. 

Desde que a operação Carne Fraca foi deflagrada, no dia 17 de março, o volume de carne exportado caiu quase 15%. Grande parte do prejuízo ficou com as empresas de maior visibilidade, que lutam para reconquistar o mercado. Já o governo, segue com a estratégia de convencer importantes parceiros comerciais de que a carne brasileira é segura. O Ministério da Agricultura está fazendo uma série de viagens ao redor do mundo e está otimista. Segundo o secretário-executivo da pasta Eumar Novacki, a meta “é passar de quase 7% para 10% da participação do Brasil no comércio internacional ligado a agropecuária”. 

Novacki concedeu entrevista para o programa A Hora do Agronegócio deste domingo (21), disponível na íntegra AQUI