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Meirelles minimiza citados na lista de Fachin e diz que País continua trabalhando

  • Por Jovem Pan
  • 19/04/2017 07h48
Marcelo Camargo/Agência BrasilHenrique Meirelles - ag brasil

O ministro da Fazenda vai dizer a investidores nos Estados Unidos que o Brasil continua trabalhando mesmo com o ambiente político turbulento.

Henrique Meirelles está em Washington nesta quarta-feira (19) e até o fim da semana vai se encontrar com representantes do mercado, do FMI e do G-20.

Depois de se reunir com parlamentares em Brasília, o titular da economia veio a São Paulo dar palestra na conferência de um grande banco privado nesta terça (18).

Ao final, os jornalistas perguntaram o que o ministro pretende dizer nos Estados Unidos sobre como está o ambiente após as diversas delações divulgadas.

Henrique Meirelles afirmou que, mesmo com todos os problemas, o País continua trabalhando. “A minha mensagem é muito simples: o País continua a trabalhar. Independentemente de haver inquéritos envolvendo congressistas, autoridades, as pessoas continuam nos seus cargos e trabalhando”.

Em discurso, Henrique Meirelles voltou a defender a necessidade de reformas e exibiu projeções de melhora nas estimativas para mostrar a situação atual.

Para o economista-chefe do Banco Itaú, o atual desenho da economia pode permitir que o Brasil trabalhe com uma nova meta de inflação para o futuro.

Mário Mesquita acha que já há espaço para o Brasil reduzir a o centro da meta de inflação para 4% em 2019.

O Conselho Monetário Nacional vai se reunir em junho para definir se haverá alguma mudança no patamar do IPCA que o Governo considera adequado.

Para este ano e o ano que vem, a equipe econômica fixou o ponto de equilíbrio em 4,5%.

O economista-chefe do Banco Itaú, Mário Mesquita, afirma que o centro da meta de inflação do Brasil deveria ficar mais próximo ao de países vizinhos: “eu acho que deveria ir para 4%”.

O economista-chefe do Banco Itaú afirmou ainda que espera que a Selic fique em 8,25% ao fim deste ano.

Mário Mesquita espera que esse patamar seja mantido até o fim do ano que vem; a taxa básica de juros está atualmente em 11,25%.

*Informações do repórter Tiago Muniz