O que Reinaldo Azevedo, Patrick Santos e Victor LaRegina não comentaram nesta sexta-feira (23), você confere aqui:

DILMA X TEMER – Em envento na Argentina, a ex-presidente Dilma criticou o governo Temer e classificou o processo que vive o Brasil como um "ataque de fungos e parasitas que está corroendo nossa democracia". A petist também atacou as últimas medidas tomadas pela gestão, afirmando que "o povo brasileiro jamais autorizou o congelamento dos gastos com educação e saúde por 20 anos" e que "o povo brasileiro não pediu uma reforma que só permite a alguém aposentar-se depois de 49 anos de contribuição".

DILMA X AÉCIO – A defesa da campanha de Dilma pediu ao TSE que investigue as doações da Andrade Gutierrez para a candidatura de Aécio Neves à presidência em 2014. A petição foi feita a partir do depoimento que Otávio Marques de Azevedo, ex-presidente da empreiteira, que afirmou que que doou para a campanha de Aécio R$ 19 milhões, e não 12,6, como estava registrado na prestação de contas do tucano.

PSDB X PT – Após o pedido dos advogados de Dilma, o PSDB afirmou que entrará na Justiça contra o PT em razão do que chamou de "prática de litigância de má-fé". Segundo a direção nacional tucana, o PT "acusa deliberadamente o PSDB por fatos que, sabe, são inverídicos".

TAQUES X DENÚNCIA – De acordo com a Folha, Alan Malouf, do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado, citou o envolvimento do governador Pedro Taques em um suposto esquema de corrupção no Mato Grosso. Segundo Malouf, o governador o teria procurado para que ajudasse em sua campanha de 2014 e que "teria perguntado se ele tinha interesse em assumir algum cargo no Executivo". O empresário relata ter recusado o convite. Diante dessa resposta, "o governador eleito teria solicitado a sua ajuda novamente para pagar débito de campanha eleitoral não declarado". Em nota, Taques chamou as afirmações de Malouf de levianas.

FIGUEIREDO X CÂMARA - O ex-ministro das Comunicações do governo Dilma, o deputado André Figueiredo (PDT) será candidato à presidência da Câmara. O pedetista busca apoio com partidos de oposição e deve formalizar a candidatura em 17 de janeiro. Além de sua própria legenda, PT, PCdoB, PSOL e Rede, o parlamentar também avalia um apoio do PSB, que faz parte da base do governo

TUNISIANO X MORTO - O tunisiano Anis Amri, que realizou o ataque em uma feira natalina em Berlim, foi morto durante uma troca de tiros em um subúrbio da cidade italiana de Milão nesta sexta. Os policiais haviam pedido para ver um documento de identidade do jovem, que tirou uma arma de sua mochila e abriu fogo contra eles. Um policial ficou ferido e foi encaminhado para o hospital, mas está fora de perigo.