Reinaldo Azevedo, Patrick Santos e Victor LaRegina comentaram os principais assuntos desta sexta-feira (23) em "Os Pingos nos Is".

Em seu editorial de abertura, Reinaldo Azevedo afirmou que 2016 chega ao fim e não vai ter golpe. Saiba mais no editorial completo.

Outros destaques do programa foram:

ODEBRECHT X LULA – Segundo a Folha, em depoimento, Marcelo Odebrecht revelou que a "conta corrente" que a empresa mantinha em nome de Lula, abrigada no Setor de Operações Estruturadas, buscava financiar ações que mantivessem o ex-presidente como uma pessoa influente no Brasil e no mundo, mesmo estando fora do poder. Essa conta, de acordo com delatores, era operada pelo ex-ministro Antonio Palocci. As defesas de Lula e Palocci negam.

INSTITUTO LULA X RECEITA - A Receita Federal autuou o Instituto Lula por "desvio de finalidade" por ter realizado gastos que não poderia já que era uma entidade sem fins lucrativos e, por isso, isenta de impostos. A cobrança do fisco leva em consideração multas e impostos não recolhidos relativos ao ano de 2011. O valor da autuação não foi divulgado, mas, segundo a Folha, o total a ser pago é de cerca de R$ 2 milhões.

LULA X MENSAGEM – Lula divulgou uma mensagem de fim de ano nas redes sociais, aonde defendeu a realização de novas eleições, criticou o governo de Temer e pediu para o povo 'continuar nas ruas' para lutar por aposentadoria, educação, renda e emprego. No vídeo, o petista reclama que os cortes feitos pela gestão do peemedebista afetam apenas os mais pobres.

TEMER X  PRONUNCIAMENTO - O presidente Michel Temer fará amanhã um pronunciamento em rede nacional de rádio e TV para trazer um balanço de seus primeiros meses de governo e a apresentação dos planos gerais para 2017.

JUROS X CARTÃO - Os juros médios cobrados pelos bancos nas operações com cartão de crédito rotativo cresceram 6,3 pontos percentuais em novembro, atingindo a marca de 482,1% ao ano. Ontem, o presidente Michel Temer anunciou que o governo acertou com bancos e operadoras que o cartão de crédito rotativo será transformado em parcelado depois do primeiro vencimento, de 30 dias. Com esta medida, a expectativa é que os juros caiam de 400% para menos de 200% ao ano.