10 anos de estrada: os momentos mais icônicos na carreira de Justin Bieber

  • Por Liliana Pereira Barretto/Jovem Pan
  • 11/01/2019 17h13
Reprodução/InstagramCantor completa dez anos de carreira em 2019

Parece que foi ontem que o mundo conheceu Justin Bieber. Tudo começou quando o garotinho loiro com franjinha de lado revelou seu talento postando covers de cantores famosos na internet. A partir daí, não demorou para conquistar grandes empresários que apostaram na sua carreira e se tornar um fenômeno adolescente, vendendo milhões de álbuns, esgotando ingressos em um piscar de olhos e arrematando os corações dos fãs.

Nesse período, o cantor definitivamente cresceu sob os holofotes, o que também não o deixou imune a inúmeras polêmicas. Mas conseguiu evoluir tanto na imagem de artista como na forma de fazer música. Do pop teen ao EDM (electronic dance music), passou por diversas “eras” e, para comemorar a primeira década de sucessos, a Jovem Pan separou alguns dos momentos mais importantes na sua carreira musical.

Os primeiros covers na internet

Em 2008, Justin começou a gravar versões de hits de Ne-Yo, Justin Timberlake e Chris Brown, materiais que sua mãe lançou em sites como YouTube e a finada rede social MySpace. O sucesso foi enorme e chamou a atenção do empresário Scooter Braun, que levou o jovem de apenas 13 anos para Atlanta. Lá, ele conheceu seu principal mentor, Usher, e teve o primeiro contato com pessoas influentes na indústria da música.

 

A parceria com o “padrinho” Usher

Em 2009, Bieber revelou que foi “disputado” por dois grandes cantores: “[Em Atlanta] Eu pude cantar para Usher. Uma semana depois, tive uma reunião com Justin Timberlake. Os dois me queriam”. O vencedor deste embate foi Usher, um dos responsáveis por conseguir o contrato de Bieber na gravadora Island Def Jam. Por essas e outras, o feat. no remix da faixa “Somebody to Love”, do álbum “My world 2.0”, tem um significado especial em sua carreira.

 

O clipe de “Baby”

Um dos maiores hits de Justin, o vídeo de “Baby” teve um sucesso estrondoso na época em que foi lançado, tornando-se o clipe mais assistido do YouTube. Ele só perdeu esse posto em 2012 com “Gangnam Style” de PSY. Até janeiro de 2019, data em que este texto foi escrito, contava com mais de dois bilhões de visualizações.

O filme “Never Say Never”

Em 2011, o cantor lançou seu filme-show 3D, “Justin Bieber: Never Say Never”. Com imagens de bastidores da turnê, aproximou os fãs do ídolo nas telonas. A produção faturou 99 milhões de dólares nas bilheterias ao redor do mundo. A música homônima, em parceria com Jaden Smith, ainda foi tema da nova versão do filme “Karatê Kid”. Em 2013, Justin lançou a continuação “Justin Bieber’s Believe”, com imagens da nova turnê.

Os ingressos esgotados em segundos no Madison Square Garden

Uma prova da “Biebermania” é a dedicação dos fãs, os “Beliebers”, em apoiar qualquer projeto do ídolo. A turnê de 2012, que contava com 45 shows na América do Norte, por exemplo, teve ingressos esgotados em apenas uma hora. Mas o fato mais surpreendente deste marco na carreira de Bieber é que os dois shows no lendário Madison Square Garden, em Nova York, tiveram todas as entradas vendidas em – pasmem – 30 segundos.

Era “Purpose”

Aos 21 anos de idade, Bieber resolveu se reinventar e superar, de fato, a era do pop teen. No álbum “Purpose”, lançado em 2015, buscou colaborar com artistas da música eletrônica, como Skrillex e Diplo, em uma mistura de ritmos que ia do dance-pop ao tropical house. E essa renovação no som só trouxe bons frutos: faixas como “What Do You Mean” e “Sorry” se tornaram alguns dos maiores hits de sua carreira.

 

Parcerias no EDM

Justin expandiu ainda mais seus horizontes e também virou figura carimbada na música eletrônica, lançando parcerias bem sucedidas com DJ Snake (“Let Me Love You”), Jack Ü (“Where Are Ü Now”) e David Guetta (“2U”).

Remix de “Despacito”

O cantor descobriu a canção de Luis Fonsi e Daddy Yankee em uma boate na Colômbia, enquanto estava em turnê pela América do Sul. No dia seguinte, Fonsi recebeu uma ligação da gravadora Universal com a proposta do remix. Essa versão foi importante na explosão de “Despacito” pelo mundo, sendo indicada à 60ª edição do Grammy nas categorias “Gravação do Ano”, “Canção do Ano” e “Melhor Performance por um Duo/Grupo”.