André Gonçalves ri da fama de mulherengo: “não tenho como negar meu passado e não é demérito”

  • Por Jovem Pan
  • 08/02/2018 14h22
Johnny Drum/ Jovem Pan

Ator há quase 30 anos, André Gonçalves reconhece a fama de “mulherengo” que o persegue. Em entrevista ao Pânico na Rádio nesta quinta-feira (8), ele contou que já se acostumou com isso e aprendeu a não ligar para as fofocas.

“Eu não tenho problema nenhum. A fofoca rola e eu dou risada. Não tenho como negar o meu passado, quem namorei ou não, e isso não é um demérito”, falou.

O ator ainda comentou sobre o “charme” que parece encantar as fãs e brincou ao dizer que “só vem tirar foto porque lembram de mim em ‘Vamp’ nos anos 90”. “Se eu tivesse usado [meu charme] na vida eu estava rico”, se divertiu.

Ao lembrar das mais de 30 novelas das quais já participou, André apontou a “injustiça” com seus personagens favoritos: “os que eu mais gosto morreram ou se ferraram”.

“Com ‘Fera Ferida’ eu fico chateado. Quando fiz a novela eu era garoto, interpretava o filho do coveiro e achava que estava arrebentando. Até um assistente de direção disse que eu estava arrebentando e três dias depois eu morri queimado. Acho a maior injustiça do mundo”, lamentou.

Na bancada, o ator ainda lembrou de outro momento marcante da vida: o tumulto que causou em um voo para Nova York em 2001, aos 26 anos. “Eu tinha pavor de voar. Na época eu era muito novo e não tinha limites”, lembrou.

Gonçalves contou que o “fatídico” dia começou com uma bebedeira de 8h antes do voo sair e ao entrar na aeronave, ele encontrou Pelé e insistiu em pedir um tratamento dentário ao jogador.

“Fui na cadeira do Pelé umas quatro vezes e na quinta vez foram me chamar. Aí deu uma cagada federal. Hoje eu rio disso, mas foi trágico, eu desci amarrado e fiquei internado em um hospital, tomei sete injeções”, lembrou.

“Dei uma entrevista para o ‘Fantástico’, foi grave. Saiu até no ‘Jornal Nacional’. Eles perderam esse tempo”, suavizou.