Netflix investe US$ 100 milhões em centro de produção em Nova York

  • Por Jovem Pan
  • 18/04/2019 16h13
Divulgação/NetflixA Netflix terá um novo centro de produção em Nova York

A Netflix investirá US$ 100 milhões até 2024 para implementar um centro de produção em Nova York, com escritórios no distrito de Manhattan e seis estúdios de televisão no Brooklyn.

O acordo da companhia com o estado de Nova York prevê a criação de 127 postos executivos diretos para as áreas de conteúdo, marketing e produção que trabalharão nos escritórios do centro da cidade, enquanto os estúdios terão capacidade para abrigar milhares de trabalhadores para tarefas audiovisuais.

“A Netflix é inovadora, criativa e valente, assim como os nova-iorquinos, e a expansão desta companhia em Nova York demonstra novamente que o Estado Império está aberto aos negócios”, afirmou o governador Andrew Cuomo, citado em comunicado do seu escritório datado nesta quinta-feira.

Para o diretor global de Operações de Estúdio e Imobiliárias da plataforma, Jason Harinton, a cidade criou facilidades para a produção de filmes e “se transformou no lar para alguns dos melhores talentos criativos e executivos do mundo”. Além disso, Harinton declarou que a companhia está “ansiosa” para oferecer a todos estes profissionais um lugar dentro de sua equipe com este novo centro de trabalho.

Os escritórios da Netflix ocuparão 9.000 metros quadrados e representarão um impulso à aposta da plataforma na cidade, onde já conta com 32 funcionários. Além disso, os estúdios contarão com 15.000 metros quadrados para desenvolver suas produções.

De acordo com a nota, o organismo de desenvolvimento econômico de Nova York, o Empire State Development, ofereceu créditos de até US$ 4 milhões para o pagamento dos impostos de investimento Excelsior, mas tais incentivos estarão ligados à criação dos 127 postos de trabalho até 2024.

Neste ano, a Netflix obteve lucro de US$ 344 milhões, 18% a mais que os US$ 290 milhões obtidos durante os primeiros três meses de 2018, e somou US$ 9,6 milhões de novos usuários em nível mundial.

*Com EFE