Apesar de brilhar no Atlético-PR, Raphael Veiga não sabe se voltará ao Palmeiras

  • Por Allan Brito/ Jovem Pan
  • 11/10/2018 15h24
No Atlético-PR Raphael Veiga tem jogado do jeito que prefere, mais perto do gol

Raphael Veiga é um dos principais responsáveis por recuperar a campanha do Atlético-PR no Campeonato Brasileiro e levar o time até as quartas de final da Copa Sul-Americana. Ele tem dado assistências e feito gols decisivos recentemente. E apesar de pertencer ao Palmeiras, ainda não sabe se voltará ao clube após o período de empréstimo ao Furacão.

O acordo com o Atlético-PR é válido apenas até o final do ano. O presidente do Palmeiras, Mauricio Galiotte, afirmou nesta semana que Raphael voltará ao Verdão na próxima temporada. Mas faltou avisar ao meia.

“Não ligaram pra mim. Isso seria uma coisa do presidente, mas não sei. Tenho contrato com o Palmeiras, todo mundo sabe do meu carinho pelo clube, então espero voltar. Mas meu foco no momento é terminar bem a temporada no Atlético-PR”, afirmou o destaque do Atlético-PR, em entrevista à Jovem Pan.

Com 6 gols e 4 assistências no Campeonato Brasileiro, Raphael participou de quase um terço (27%) dos gols do Atlético-PR na competição. Ele também fez 2 gols pela Copa Sul-Americana, no recente jogo decisivo contra o Caracas-VEN.

Mas nem tudo foi fácil para Raphael Veiga no Atlético-PR. No 1º semestre o Furacão viveu fases difíceis, que afetaram o futebol do meia de 23 anos. Questionado sobre como se recuperou, Raphael explicou: “Acredito que mudou porque o time encaixou bem, porque eu tive mais sequência de jogos e porque passei a jogar mais na frente, onde prefiro jogar, chegando no ataque. Também tive mais tempo tempo para amadurecer, como pessoa e como jogador, o que me tornou um atleta mais completo”.

Quando esteve no Palmeiras, Raphael teve outros problemas: “Foi um ano difícil para todos, com mudança de técnico e de planejamento. Eram muitos jogadores e não tive sequência como tive aqui no Atlético-PR”, explicou.

Raphael também comentou que atualmente tem pouco contato com os jogadores do Palmeiras e vive a expectativa de ser treinado por Felipão “por tudo que ele ganhou e pela pessoa que ele é”.

Mas o meia não entende que precise fazer grandes mudanças caso volte ao Palmeiras no ano que vem: “Acredito que tenho que fazer o que sempre procurei fazer, que é trabalhar e treinar. Vou esperar as oportunidades e aproveitar da melhor forma possível”, prometeu.