Veja como foram os desempenhos recentes de Felipão e Luxemburgo, cotados para assumir o Palmeiras

  • Por Jovem Pan
  • 26/07/2018 17h10
Cesar Greco/ Palmeiras/ DivulgaçãoLuxemburgo e Felipão têm histórico de vitórias e fracassos no Palmeiras

Entre os cotados para assumir o comando do Palmeiras, depois da demissão de Roger Machado, estão dois técnicos que a torcida conhece bem: Luiz Felipe Scolari e Vanderlei Luxemburgo. Eles estão “sumidos”, não treinaram nenhum time em 2018, mas podem voltar ao Verdão. Então vale relembrar o retrospecto de ambos nesta década.

No caso de Felipão o desempenho foi razoável. Os números inclusive mostram um aproveitamento melhor do que parece. Felipão treinou 4 times nesta década e teve um aproveitamento superior a 50% em todos eles.

Palmeiras: 52,9% de aproveitamento de pontos
Seleção Brasileira: 72,4%
Grêmio: 58%
Guangzhou Evergrande (CHN): 66,6%

O problema é que esses números não mostram tudo. No Palmeiras, apesar de ter sido campeão da Copa do Brasil, ele saiu quando o time estava perto de ser rebaixado. Na Seleção Brasileira ele teve grande parte da culpa pelo vexame do 7 a 1 contra a Alemanha. E no Grêmio ele saiu de forma controversa, pedindo demissão por questões políticas. O único grande trabalho foi mesmo na China.

No caso de Luxemburgo o desempenho é conhecidamente ruim nesta década. Ele passou por 7 clubes, não conquistou títulos relevantes e ficou quase esquecido no cenário de técnicos brasileiros. Na média de aproveitamento dos pontos ele sequer conseguiu algo superior a 60%, sendo que em dois casos esteve abaixo dos 40%.

Atlético-MG: 60%
Fluminense: 38,4%
Grêmio: 55,8%
Cruzeiro: 36,8%
Flamengo: 60%
Tianjin Quanjian: 52,3%
Sport: 40,1%

O que pesa a favor de Luxemburgo é que o último bom trabalho dele foi justamente no Palmeiras, entre 2008 e 2009, quando ele foi campeão paulista, 4º lugar no Campeonato Brasileiro e só saiu por questões políticas. Com histórico de títulos no Verdão, ele é bem visto por conselheiros do clube, mas disse que ainda não foi procurado por ninguém.