Cuca classifica passagem pelo Santos como ‘boa’ e espera voltar a trabalhar ainda em 2019

  • Por Jovem Pan
  • 29/11/2018 19h45
Ivan Storti/Santos FCO técnico Cuca deixará o comando do Santos para tratar de um problema de saúde

Cuca fará a despedida do comando técnico do Santos neste domingo (2), diante do Sport, na Ilha do Retiro, em Recife, pela última rodada do Campeonato Brasileiro. O treinador terá que interromper a carreira devido a um inesperado e delicado problema de saúde.

“Não é fácil. Por mais que seja forte, dá uma tristeza grande. Gostaria de permanecer, ou não, mas que fosse por vontade própria, não pela necessidade que eu tenho hoje de fazer essa correção. Vou fazer com muita fé de que dará tudo certo, espero que esse ano ainda, para poder voltar já em 2019 a trabalhar”, declarou nesta quinta-feira (29).

O treinador terá que ser submetido a um procedimento cirúrgico para correção de um problema no coração. Por causa disso, Cuca ainda não sabe quando poderá voltar ao futebol. “Vamos fazer as coisas gradativamente, ver como arruma o problema e depois pensar em tempo. Mas quero fazer logo, pro ano que vem trabalhar o quanto antes”, comentou.

O treinador pegou o Santos lutando contra o rebaixamento, o colocou na briga por uma vaga na Libertadores da América, mas, após uma série de resultados ruins, viu a chance de ir à competição continental de clubes escapar. Mesmo assim, Cuca avaliou como boa sua passagem pelo clube.

“Foi uma passagem boa, o time vivia um momento muito complicado, com confiança muito baixa. Tínhamos que resgatar tudo isso e conseguimos sair daquele momento ruim. Fizemos oito jogos sem tomar gol, fato histórico, e criamos a expectativa de ir para a Libertadores, mas perdemos muitos jogadores ao mesmo tempo, o que nos impediu de manter o nível”, afirmou.

Para este domingo, contra o Sport, Cuca revelou que escalará o goleiro Vladimir na vaga de Vanderlei, além de Guilherme Nunes no meio de campo. A tendência é que o Santos se despeça do Brasileirão com: Vladimir; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Copete; Guilherme Nunes, Diego Pituca e Jean Mota; Rodrygo, Arthur Gomes e Felippe Cardoso.

Com informações de Agência Estado