Governador do Ceará pede apoio da Força Nacional e do Exército para conter ataques criminosos

  • Por Jovem Pan
  • 03/01/2019 19h21
Reprodução/FacebookCamilo Santana foi reeleito e derrotou o atual secretário nacional de Segurança Pública, general Guilherme Theophilo

O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), pediu apoio da Força Nacional e do Exército para conter ações criminosas registradas no estado desde a madrugada desta quinta-feira (3).  Pela manhã, o petista conversou por telefone com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, para tratar do assunto.

Uma série de ataques criminosos aconteceram em Fortaleza e região metropolitana. Um grupo chegou a explodir uma bomba em um viaduto do município de Caucaia e incendiado um ônibus. Também foram queimados veículos do Departamento de Trânsito de Horizonte – cidade que fica a cerca de 40 quilômetros da capital.

Em nota, o governo cearense informou que solicitou apoio do governo federal “para trabalhar em conjunto com os profissionais cearenses”. O Estado também autorizou a nomeação de 220 novos agentes penitenciários, prevista, segundo o governo, para março, e a nomeação de 373 novos policiais militares para atuação nas ruas.

Nove pessoas foram autuadas e outras três estão sob investigação, informou a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social. Segundo o governo, Camilo Santana entrou em contato com Moro “para dialogar acerca da necessidade da união de forças entre Estados e Governo Federal para o combate às organizações criminosas”.

“Conversei por telefone com o ministro da Justiça e da Segurança Pública, que se colocou à inteira disposição para o apoio necessário, e a quem agradeço. Entendo que o crime organizado ultrapassou as divisas dos estados e que, somente com a ação conjunta dos estados com o governo federal, iremos vencer esse desafio”, publicou no Facebook.

Sobre as ações criminosas registradas no Ceará nas últimas horas, informo que todas as medidas estão sendo adotadas pelo…

Publicado por Camilo Santana em Quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

*Com informações do Estadão Conteúdo