IGP-M sobe 0,53% na 2ª prévia de julho ante 1,75% na 2ª prévia de junho, diz FGV

  • Por Estadão Conteúdo
  • 18/07/2018 09h03
Fernanda Carvalho/ Fotos PúblicasO IGP-M é usado para reajuste de contratos de aluguel

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 0,53% na segunda prévia de julho, após ter aumentado 1,75% na segunda prévia de junho. A informação foi divulgada na manhã desta quarta-feira, 18, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumulou alta de 5,94% no ano e avanço de 8,26% em 12 meses.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a segunda prévia do IGP-M de julho. O IPA-M, que representa os preços no atacado, aumentou 0,52%, ante um avanço de 2,24% na segunda prévia de junho. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, apresentou elevação de 0,39% na prévia de julho, depois de uma alta de 0,99% em igual leitura de junho. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve aumento de 0,90% na segunda prévia de julho, depois do aumento de 0,48% na segunda prévia de junho.

O IGP-M é usado para reajuste de contratos de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 de junho a 10 de julho. No dado fechado do mês de junho, o IGP-M subiu 1,87%.

IPAs

Os preços dos produtos agropecuários, mensurados pelo IPA Agrícola, caíram 2,13% no atacado, na segunda prévia do IGP-M de julho. Na mesma prévia de junho, houve elevação de 3,26%. Já os produtos industriais no atacado, medidos pelo IPA INdustrial, tiveram elevação de 1,42% na segunda prévia de julho, ante alta de 1,89% na mesma prévia do mês anterior.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os bens finais tiveram elevação de 0,21% na segunda prévia de julho, depois do avanço de 2,17% na mesma prévia de junho.

Os preços dos bens intermediários tiveram aumento de 2,14% na prévia de julho, ante elevação de 2,41% na segunda prévia de junho. Os preços das matérias-primas brutas caíram 1,10% na segunda leitura de julho, após uma alta de 2,10% na mesma prévia de junho.