Economia das reformas poderá ser inferior ao custo de sua aprovação “comprada” por Temer

  • Por Jovem Pan
  • 18/07/2017 10h29
SAO007. SAO PAULO (BRASIL), 04/04/2017-. El presidente de Brasil, Michel Temer, habla hoy, martes 4 de abril de 2017, durante el Fórum Global de la Infancia, una iniciativa que llega por primera a Sudamérica, en el marco de la visita oficial de los reyes de Suecia a Sao Paulo (Brasil). Los monarcas suecos, Carlos XVI Gustavo y Silvia, quienes se encuentran en una visita oficial en Brasil, continuarán su agenda mañana con una visita al Centro de Proyectos y Desarrollo de los cazas modelo Gripen en el municipio de Gavião Peixoto. EFE/FERNANDO BIZERRA JRAlguns deputados aceitam pagamentos em verbas de União, outros preferem nomeações para parentes e afiliados para empregos federais

A tabela de preços que rege a compra e venda de apoio parlamentar no Congresso foi inflacionada pela importância da aprovação das reformas para sobrevivência do Governo de Michel Temer, e as cifras vão atingindo altitudes delirantes com a entrada em cena da denúncia feita por Rodrigo Janot.

Alguns deputados aceitam pagamentos em verbas de União, outros preferem nomeações para parentes e afiliados para empregos federais. Em tempos de Lava Jato, ninguém se arrisca a trocar o voto por dinheiro vivo.

Se a escalada inflacionária mantiver a atual velocidade, a economia proporcionada pelas reformas acabará se mostrando inferior ao custo de sua aprovação e Temer poderá transformar-se no presidente mais caro do mundo.

Confira o comentário completo de Augusto Nunes: