Lula se diz perseguido político, então não merece solidariedade de Cuba

  • Por Jovem Pan
  • 14/07/2017 08h46
BRA84. SAO PAULO (BRASIL), 20/09/2016.- Fotografía de archivo del 28 de marzo de 2016 del expresidente de Brasil Luiz Inácio Lula da Silva en Sao Paulo. El juez responsable por la investigación del gigantesco escándalo de desvíos en la petrolera brasileña Petrobras aceptó hoy, 20 de septiembre de 2016, los cargos por corrupción y lavado de dinero formulados contra Lula da Silva y lo convirtió por primera vez en reo en el histórico proceso. El juez federal Sergio Moro aceptó la denuncia formal presentada la semana pasada por la Fiscalía contra Lula, a quien acusa de haber recibido favores de una de las empresas beneficiadas por los desvíos en la petrolera estatal, según la decisión divulgada por su juzgado. EFE/Sebastião MoreiraEx-presidente Luiz Inácio Lula da Silva - EFE

Em fevereiro de 2010, o preso político cubano Orlando Zapata morreu depois de 85 dias em greve de fome na cadeia. Enquanto o dissidente agonizava, Lula baixou em Havana para bajular a ditadura e atacar seus opositores.

Lula disse que greve de fome não poderia ser utilizada como pretexto de direitos humanos para libertar pessoas. O ex-presidente não viu diferenças entre os que lutavam pela liberdade em Cuba e os bandidos comuns brasileiros.

Passados sete anos e meio, Lula foi condenado a nove anos e meio de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção. Ficou parecido com os presos de São Paulo, mas continua resolvido a posar de perseguido político.

No mesmo palavrório em Havana, o petista se explicou porque se recusara a interceder pela libertação de 20 presos políticos: “temos de respeitar a determinação da Justiça e do governo cubano”.

Raul Castro, portanto, está proibido pelo próprio Lula de solidarizar-se com o brasileiro condenado.

Confira o comentário completo de Augusto Nunes: