A vida não está fácil nem para os delatores da JBS e nem para Temer

  • Por Jovem Pan
  • 12/09/2017 10h22
BRA01. RÍO DE JANEIRO (BRASIL), 19/05/2017.- Fotografía sin fechar, cedida por Campo Grande News hoy, viernes 19 de mayo de 2017, muestra a uno de los dueños de la empresa JBS Joesley Batista (i) junto al presidente de Brasil, Michel Temer (d), en Río de Janeiro (Brasil). Directivos del grupo JBS que colaboran con la justicia confesaron que pagaron sobornos por 80 millones de dólares al expresidente brasileño Luiz Inácio Lula da Silva y a su sucesora Dilma Rousseff, según documentos divulgados hoy, viernes 19 de mayo de 2017, por la Corte Suprema. En los documentos revelados por la corte, uno de los dueños de JBS, Batista, y el exdirector de Relaciones Institucionales del grupo Ricardo Saud, sostienen que los sobornos pactados con el ministro de Hacienda de Lula y Rousseff, Guido Mantega, desde 2005, alcanzaron la suma de 80 millones de dólares, depositados en diversas cuentas bancarias abiertas en el exterior. EFE/João Quesada/CAMPO GRANDE NEWS/SOLO USO EDITORIAL/NO VENTAS/MÁXIMA CALIDAD DISPONIBLEA vida não está fácil nem para Joesley e nem para Michel Temer, que não teve tempo de comemorar a prisão do delator

Os delatores da JBS foram do céu para o inferno: de Nova Iorque direto para a cadeia. Eles dormiram atrás das grades para pagar uma pequena parte dos crimes que cometeram. A vida não está fácil nem para Joesley e nem para Michel Temer, que não teve tempo de comemorar a prisão do delator. O presidente tem que enfrentar relatório da PF que diz que ele recebeu vantagens por conta do “quadrilhão” do PMDB.

Confira o comentário completo de Joice Hasselmann: