Marcos Pereira queria puxar o tapete de Flávio Rocha

  • Por Jovem Pan
  • 14/07/2018 10h39
João Henrique Moreira/Jovem PanDono da Riachuelo, Flávio Rocha, abriu mão de concorrer à presidência da República pelo PRB

O empresário Flávio Rocha até tinha boas ideias para o debate político brasileiro, mas desistiu de concorrer à presidência porque percebeu que o presidente do PRB, Marcos Pereira, iria puxar seu tapete.

A política do PRB é vender o tempo de rádio e TV para quem possa interessar. O partido não passa de um instrumento da Igreja Universal para tentar saquear o estado brasileiro tanto no sentido político como econômico. A política brasileira é tão obvia que isso estava na cara há dois meses. Foi o que aconteceu.

A composição partidária ainda segue indefinida. Mas o PSD, de Gilberto Kassab vai com Alckmin. O que também era previsto. Até porque a candidatura de Guilherme Afif Domingos é de gargalhar. Esses partidos de Centro são fisiológicos. Para eles não existe direita, centro ou esquerda. Existe fisiologia. Eles olham o momento eleitoral para ver quem tem mais possibilidade de saquear o estado num eventual apoio. São piratas da política brasileira.

Bolsonaro tenta o apoio do PR para aumentar o tempo de televisão. Já o DEM está em dúvida entre Ciro Gomes e Alckmin. Como é possível ter essa dúvida se eles têm uma concepção de Brasil absolutamente distintas?

O PP, que é o partido Maluf e com muitos condenados na Lava Jato, tem ideologia?

Infelizmente, esse é o quadro da política brasileira. Só vai mudar com uma outra estrutura partidária e uma nova ordem constitucional. O eleitor fica prisioneiro nessa fisiologia e escolhe o menos pior.

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