Brasil encerra atividade militar no Haiti: missão cumprida?

  • Por Jovem Pan
  • 31/08/2017 19h10
HAI18 - PUERTO PRÍNCIPE (HAITÕ), 14/06/2016.- Seguidores del partido Lavala protestan hoy, martes 14 de junio de 2016, para pedir que el presidente interino Jocelerme Privert, permanezca en el poder hasta que se repitan las elecciones en octubre, en Puerto Príncipe (Haití). El Gobierno de Haití levantó a las 05:00 hora local el toque de queda impuesto a las 22:00 de la pasada noche, con el objetivo de evitar actos violentos, debido al clima de tensión que se respira en el país, y hace ya varios días dispuso la suspensión de los permisos para portar armas. Hoy es el último día del mandato oficial del presidente provisional, Jocelerme Privert, lo que crea un situación de incertidumbre sobre el posible vacío de poder. EFE/ Bahare KhodabandeAndreazza afirmou que a participação brasileira no Haiti foi honrosa, mas que acabou sendo usada como propaganda do petismo

Nesta quinta-feira, 31, o Brasil encerrou a atividade militar no Haiti, depois de 13 anos na liderança da missão de paz da Organização das Nações Unidas. Durante esse período, as tropas brasileiras enfrentaram conflitos com gangues locais e duas grandes tragédias naturais: o terremoto em 2010 e o furacão no ano passado. A saída do Brasil não encerra a missão de paz da ONU, que só vai se retirar por completo do país caribenho em 15 de outubro.

No 3 em 1, Patrick Santos mediou debate entre Vera Magalhães, Carlos Andreazza e Marcelo Madureira, que discutiram a importância da ação brasileira no Haiti.

Madureira avaliou que o Brasil conseguiu cumprir seu papel e tentou pacificar a situação no país caribenho. Para ele, as tropas devem agora atuar no Rio de Janeiro.

Andreazza afirmou que a participação brasileira no Haiti foi honrosa, mas que acabou sendo usada como propaganda do petismo.

Vera destacou que as tropas do Brasil são bem vistas no país caribenho, mas que não poderiam se eternizar na região.

Confira o debate completo no 3 em 1: