Operação do DEIC prende responsáveis por ataques a carros-fortes em São Paulo

  • Por Jovem Pan
  • 17/07/2019 08h58
Divulgação DEICQuatro membros de uma quadrilha foram presos por participar de uma tentativa de assalto na tarde de segunda-feira (15) em Ibiúna

Após ataque a carro-forte, a Polícia Civil prendeu quatro membros de uma quadrilha e apreendeu armamentos e explosivos na região metropolitana de São Paulo. Os criminosos foram identificados por agentes do DEIC depois de uma tentativa de assalto a um blindado da Protege ocorrida na tarde de segunda-feira em Ibiúna (15), na região de Sorocaba, interior do Estado.

A equipe da Segunda Delegacia Patrimônio já apurava as atividades do bando quando recebeu a informação do atentado que acabou frustrado pela ação do motorista do carro-forte e dos seguranças.

Cruzando as informações, os policiais chegaram nesta terça-feira (16) a um sítio no Jardim Japão, em Cotia, onde detiveram o caseiro Clodomiro José Rodrigues de Oliveira, que confirmou a utilização do local como base da quadrilha.

A equipe prosseguiu nas buscas e também prendeu Nailton Ferreira Figueiredo, que participou diretamente do ataque.

Novas diligências levaram os agentes até um estacionamento abandonado, onde, dentro de um ônibus enferrujado, foram encontradas bolsas contendo 28 bisnagas de explosivos, 159 munições, espoletas e cordéis de detonação, e dois detonadores de acionamento remoto.

O terceiro suspeito foi surpreendido em um imóvel na Rua Agrimensor Sugaya, região de Itaquera, na Zona Leste da Capital. Eberson de Macedo Marques foi preso portando duas pistolas nove milímetros.

E em Santo André, no ABC, uma equipe da Quarta Delegacia Patrimônio prendeu Rodrigo Sanches, o Metralha, que era procurado pela Justiça desde 2014.

A equipe da Segunda Patrimônio ainda descobriu um arsenal que era guardado dentro de um Chevrolet Cobalt, composto de três fuzis, um rifle .50 e três bombas utilizadas para romper a blindagem de carro-forte. além de carregadores, munições, coletes táticos e coletes balísticos.

Como as bombas eram acionadas remotamente, o material poderia ter explodido caso não tivesse sido neutralizado pelos policiais do Deic.

*Com informações do repórter Paulo Édson Fiore