Evento de tecnologia quer alavancar potencial de participantes; conheça

  • Por Jovem Pan
  • 15/07/2019 12h19
Jovem PanAndré Bello foi o convidado do Morning Show desta segunda-feira (15)

A estreia do astro Chiwetel Ejiofor como diretor foi em “O menino que descobriu o vento”, lançado no início deste ano e que narra a história real do engenheiro William Kamkwamba. Aos 14 anos, Kamkwamba estudou e descobriu sozinho como gerar energia eólica para que sua família e toda a aldeia em que vivia não morresse de fome na África.

Kamkwamba fará a palestra de abertura do How To Innovate 2019, evento que vai propor uma reflexão de forma integrada sobre inovação, transformação digital e impacto social. O embaixador André Bello conversou nesta segunda-feira (15) com a bancada do Morning Show sobre as expectativas do primeiro evento do gênero no país.

“Eu particularmente estou muito entusiasmado com a palestra dele, pois é um ícone quando falamos de transformação, seja do ponto de vista pessoal ou do impacto social”, contou.

Bello disse que acompanha há muito tempo a vida e o trabalho de Kamkwamba, desde que assistiu à sua palestra no TED Talks, e por isso o considera uma inspiração.

“Ele construiu sozinho um moinho de vento e conseguiu irrigar água para a aldeia dele, virou um herói nacional. Isso traz pra gente muitas mensagens de transformação. Quando reclamamos dos problemas e nos deparamos com obstáculos aparentemente intransponíveis, podemos nos lembrar do William Kamkwamba.”

“Uma das propostas do How To Innovate é conseguir conectar essas vontades que às vezes estão latentes dentro do indivíduo e realizar transformações efetivas na sociedade”, explicou Bello.

“Comecei a perceber que o maior elemento de transformação é o próprio ser humano. Temos 7 bilhões de unidades de transformação à nossa disposição para resolver os maiores desafios da humanidade, se conectarmos as peças podemos realmente fazer a diferença e resolver inúmeros problemas. Mas muitas pessoas não sabem do seu próprio poder de transformação, protagonismo e sua capacidade geral de escrever a própria história.”