‘Farei o melhor e maior Réveillon do Brasil’, diz José Victor Oliva

  • Por Jovem Pan
  • 13/11/2018 12h34
Jovem PanJosé Oliva disse no Morning Show que "famoso sempre anda em 10. Se for jogador de futebol anda em 50. Zeca pagodinho em 60"

José Victor Oliva, referência em organização e produção de grandes festas e baladas, foi um dos convidados do Morning Show, nesta terça-feira (13). Em entrevista, ele afirmou que fará o melhor e maior Réveillon do Brasil.

É a primeira vez que o empresário patrocina e organiza uma festa de ano novo e, obviamente, chega com todo o estilo nas areias de Jericoacoara, no Ceará. O evento conta com a presença de grandes DJs como Alok e o seu filho Antonio Oliva.

Há quase 30 anos, o empresário visionário criava um modelo de Camarote que virou padrão no Carnaval brasileiro, o Camarote “Número 1”. Também foi um donos da icônica balada The Gallery, em São Paulo.

São 20 anos e 6 meses participando de festas pelo Brasil,  o que lhe serviu para ver “muita baixaria” entre os famosos. Usando toda a sua experiência, Oliva classifica aqueles que exageram na dose do álcool em três perfis. “99,9% das pessoas são ótimas quando bebem, mas tem aquele 1% que é chato. Tem o chato leão que bate em todo mundo, chato macaco que só sabe paquerar a mulherada e o porco que vomita e faz aquela zona. Para aguentar os chatos eu prefiro estar com um copo a mais na mão”, desabafa.

Liderando a Holding Club, Zé Oliva, em 2018, também precisou enfrentar a crise econômica que se alastrou pelo Brasil. Segundo ele, a greve dos caminhoneiros “quebrou tudo” e o “baixo astral” da população e do momento político colaborou muito, principalmente, pelas incertezas que vagavam pela candidatura ou não do ex-presidente Lula, “isso foi um banho de água fria para quem iria investir no Brasil. Agora acabou! É preciso olhar para a frente”, completa.

Após um momento delicado nos investimentos, ele diz que “o Brasil precisava de um choque” nas questões de corrupção e violência, aposta então sua expectativa no governo do presidente Jair Bolsonaro.

Ele contou um episódio em que sua família sofreu um assalto “bárbaro” e  durante 16 anos nada aconteceu, mesmo com “gente machucada”, por isso a preocupação com segurança pública. Ele completou dizendo que as pessoas se enganam muito na questão do armamento civil.

“Porte de arma é uma coisa, posse de arma é outra. Acredito em um momento pavoroso que não tem outra opção, como casos de estupro, em fazendas afastadas do meio urbano, até a polícia chegar eu já morri. Quando uma pessoa compra uma arma precisa treinar”, finaliza.