Sobre bullying, Cátia Fonseca afirma: "nada me deixa em uma saia justa"

  • Por Jovem Pan
  • 29/04/2015 13h38
Jovem Pan <p>Cátia Fonseca participa do Pânico</p>

A apresentadora Cátia Fonseca, no programa ‘Mulheres’ da TV Gazeta desde 2002, começou sua carreira como apresentadora em 1994, na Rede Mulher (atualmente parte do grupo Record). Saudável, ela contou em sua participação no programa Pânico o porquê de não ter começado a fumar quando era jovem: “minha mãe botava tanto medo na gente que a gente não fumava e nem cigarro, quem dirá baseado. Ela falava que quem fumasse o peito caía. E a gente burro acreditava”, brincou a apresentadora.

Cátia também revelou que sofria muito bullying na escola, antes da prática ter esse nome. “Sofri bullying minha vida inteira. Eu era zoadérrima, um pau de virar tripa, parecia até um palito de fósforo”, brincou a apresentadora. Entretanto, apesar de normalmente ser considerada uma situação traumática, ela também disse que sofrer bullying a ajudou muito: “porque hoje nada me deixa em uma saia justa”.

Sempre descontraída, Cátia brincou até para contar sobre seu começo na TV Gazeta. Segundo a apresentadora, ela ‘ficou sabendo’ da vaga pelo ex-marido, que trabalhava na emissora. “E eu fui com a cara e a coragem, e fiquei uns quatro ou cinco meses, indo lá todos os dias, sabe aquela pessoa chata?”.

Já como apresentadora no ‘Mulheres’, Cátia se envolveu em uma leve polêmica que foi levantada pela galera do Pânico: a apresentadora já recusou dividir o programa com a Mama Bruscheta. “Eu não sou boazinha. É que a Mama era o alter ego do Clodovil e não tinha nada a ver comigo”, desabafou a apresentadora. “Eu fui falar com ela ‘Mama, acabei de falar com a nossa chefe e, se você for continuar sendo má eu não quero’. Ela queria tirar gente do armário, falar coisas que eu não sabia se queriam divulgar e eu não gosto disso. No ‘Mulheres’ a gente faz fofoca, mas é fofoca boa”.

Cátia também contou que o estômago sente falta da comida preparada pela Palmirinha: “sempre foi muito boa a comida da Pamirinha. É engordight”, brincou. Agora um pouco mais séria, Cátia também falou sobre a entrada da sexóloga Vanessa de Oliveira no programa: “A Vanessa de Oliveira é uma ex-prostituta e é muito legal. Quando a produção veio falar que estava pensando em fazer um quadro de sexo, me deram o release dela. E eu falei ‘uma ex-prostituta? É um preconceito que a gente tem. Depois que conheci, vi que é a pessoa mais fina e elegante. Aí eu vi como a gente é tosca”, refletiu.

A apresentadora também falou que o grande sonho de sua carreira é um programa de viagens para gravar ao redor do mundo. “Se tem uma pessoa de quem eu tenho inveja é o Zeca Camargo, porque ganha 300 mil reais e grava em uns lugares maravilhosos. A Gazeta podia fazer isso”, brincou a apresentadora. Porém, ela gosta do programa ao vivo, porque a audiência é inconstante. Em relação à concorrência com a apresentadora Sônia Abrão, Cátia revela que considera algo positivo: “tem dia que eu vou melhor e dia que ela vai melhor. Quando ela vai melhor, eu dou parabéns”.