Trump quer segunda cúpula com Putin em Washington antes do final do ano

  • Por Agência EFE
  • 19/07/2018 18h53
Agência EFEGovernos já começaram as conversas para planejar esse novo encontro, informou a Casa Branca

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quer que sua segunda cúpula com seu homólogo da Rússia, Vladimir Putin, seja em Washington no outono (de setembro a dezembro), e ambos governos já começaram as conversas para planejar esse novo encontro, informou nesta quinta-feira (19) a Casa Branca.

“Em Helsinque, @POTUS (sigla em inglês do presidente dos EUA) concordou que houvesse um diálogo constante entre o pessoal de ambos conselhos de segurança”, escreveu a porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, em sua conta do Twitter.

“O presidente Trump pediu a (seu assessor de segurança nacional, John Bolton) @Ambjohnbolton que convide o presidente Putin a Washington no outono, e essas conversas já estão em andamento”, acrescentou.

Esse convite abre a possibilidade para que Putin visite Washington justo antes ou depois das eleições legislativas nos Estados Unidos, previstas para 6 de novembro, apesar do temor das agências de inteligência americanas de que a Rússia tenta interferir nesses pleitos, como supostamente fez nos de 2016.

No entanto, não está claro se Putin aceitará o convite para visitar Washington, dado que Trump já tentou programar a primeira cúpula entre ambos na capital americana e finalmente teve que conformar-se com que a reunião acontecesse em Helsinque.

Trump anunciou hoje sua intenção de ter uma segunda cúpula com Putin, devido ao “sucesso” da que aconteceu nesta segunda-feira na capital finlandesa.

“Estou ansioso pelo nosso segundo encontro para que possamos começar a implementar algumas das muitas coisas discutidas”, escreveu Trump em sua conta do Twitter.

Entre elas, o presidente americano citou a luta contra o terrorismo, a segurança em Israel, a proliferação nuclear, a Ucrânia, os ciberataques e a Coreia do Norte.

“Há muitas respostas a estes problemas, algumas fáceis e outras difíceis, mas todos podem ser solucionados”, acrescentou.